Um Recado Para Você!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mais Humana, Menos Perfeita e Mais Feliz

Dado que a felicidade é composta por momentos, é importante saber apreciá-los, e para fazer isso devemos aceitar-nos e amar-nos como somos, com nossos defeitos e virtudes.

A aceitação de si mesmo é uma aventura que pode durar muito tempo. No momento em que nos sentirmos bem com o que somos, o que temos e o que conseguimos alcançar, surge este equilíbrio interior tão importante.
Há quem passa grande parte de sua vida aparentando ser algo que não é. E não é só isso. Longe de se aceitar, faz mil esforços para mudar isso ou aquilo, por ter uma corrida de longo prazo em busca deste ideal que tem em mente, e que quase nunca se ajusta à realidade, ao que a pessoa realmente é.
São poucas as mulheres que podem chegar a ter um corpo perfeito durante toda a vida; de fato, nem sequer as próprias modelos. E ainda mais: há quem, além de focar sua obsessão em conseguir um corpo perfeito, quer ter uma vida perfeita: uma casa ideal, um marido perfeito e filhos de contos de fadas.
A vida não é perfeita. Aliás, a perfeição absoluta não existe. A vida são instantes, momentos que devemos aproveitar com a máxima felicidade, nos quais a aceitação de si mesmo é o primeiro obstáculo que devemos superar.
Hoje, em nosso espaço, lhe convidamos a refletir sobre isso.

Menos perfeita mas mais feliz

Mulher
Os que entendem de beleza dizem que o maior atrativo está, muitas vezes, na imperfeição. Se você estiver se perguntando por que, a resposta é simples:qualquer pequena imperfeição nos faz únicos e insubstituíveis, e aí está a magia.
Aceitar-nos em cada uma de nossas nuances, com nossos defeitos e nossas virtudes, fará, em primeiro lugar, com que nos encontremos com nós mesmos. Depois, chegará o equilíbrio com o próprio mundo e com quem nos rodeia.
  • Quem não aceita a si mesmo desenvolve um sentimento de insegurança direcionado a si mesmo.
  • A insegurança gera, por sua vez, a insatisfação. Alguém insatisfeito consigo mesmo acaba frustrado ou desenvolvendo comportamentos prejudiciais, como a inveja e o medo.
  • Ninguém é mais feliz por ter um corpo perfeito. Aliás, são muitas as pessoas que depois de tê-lo conseguido fazendo exercícios, dietas restritivas e inclusive cirurgias plásticas, descobrem que continuam sem se aceitar.
  • É importante ressaltar também que, em algumas ocasiões, esta necessidade de “autoperfeição” nos acompanha desde a nossa infância. Ter uma mãe muito rígida ou um pai severo faz com que acabemos mostrando esta insegurança em nós mesmos, e pensamos que a perfeição pode ser a única resposta.
É necessário que sempre cheguemos a este instante em nosso ciclo vital no qual, por fim, nos assumimos como somos. Este instante deve surgir após a adolescência e à chegada do início da juventude, momento em que nosso corpo já amadureceu.
Mulher-cobrindo-o-peito
A partir daí, acontece a grande aventura de nossas vidas. É aí que apenas os mais avantajados em termos emocionais, em termos de autoestima e de amor próprio poderão avançar em seu caminho vital com grande integridade, abertos a tudo que a vida lhes oferece porque, por sua vez, têm muito para dar à própria vida.

Cada dia sou mais humana e mais receptiva ao que me rodeia

O que significa ser mais humana? Está claro que todos somos pessoas, que todos nascemos, crescemos e tentamos aprender com cada aspecto que nos rodeia. No entanto, se houver um aspecto que nos tornou seres humanos e nos diferencia do mundo animal são as emoções, a afeição e o afeto…
  • Ser mais humana é ser mais sensível às realidades do dia a dia.
  • É saber escutar a nós mesmos e compreender as nossas necessidades, saber intuir as dos demais para estreitar laços, para mostrar empatia.
  • Todos somos humanos, mas a verdade é que apenas uma parte de nós atua com uma autêntica inteligência emocional: respeitando, atendendo, comunicando de forma íntegra e favorecendo uma cumplicidade verdadeira onde todos ganham e ninguém perde.Para chegar a este nível tão importante de conexão com os que nos rodeiam, é necessário, em primeiro lugar, conectar-se com nós mesmos: aceitar-nos.
    • A aceitação não se limita a estarmos contentes com o nosso corpo, com nosso aspecto físico.
    • A aceitação também é assumir o nosso passado, nossos triunfos, e também nossos erros.
    • É necessário aceitar os fracassos ao mesmo tempo em que os integramos para obter um aprendizado. Desta forma, damos um passo rumo à aceitação de cada um dos aspectos de nossa vida, nosso passado e nosso presente.
    Mulher-pensativa
    Ser feliz não está em desacordo com cometer erros. Também não devemos nos equivocarmos e assumirmos que somente os que têm uma vida perfeita são felizes.A felicidade são instantes, são momentos, e por isso é imprescindível que ela surja, em primeiro lugar, do nosso próprio interior.
    Somente os que se sentem orgulhosos de si mesmos e, por sua vez, sabem agir com humildade respeitando os demais e favorecendo também a felicidade alheia conseguem que este mundo seja, a cada dia, um pouco melhor.
    Assim, lembre-se de ser cada vez mais humana, menos perfeita e mais feliz.

http://melhorcomsaude.com/dia-humana-menos-perfeita-feliz-2

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

ALIANÇAS SEM CARINHO

A ausência de carinho entre os cônjuges é um dos maiores motivos para a frieza sexual existente no casamento e uma das armas mais poderosas de satanás para atingi-lo.

Muitos casais perdem a afeição, o carinho e o respeito, uns pelos outros, logo nos primeiros anos de convivência conjugal. Outros até levam mais tempo. Isso acontece por causa da comodidade que brota na alma e no coração. É como se o objetivo do casamento se encerrasse na troca de alianças, seja no púlpito de algum templo, seja diante de um Juiz de Paz. O casamento começa a partir daí e não deveria perder forças nos estágios iniciais.

Namorar e noivar são bem diferentes da convivência conjugal diária, embora muitos casais estejam tratando o namoro e o noivado com as mesmas características de um casamento. Só lembrando que a fornicação (relação sexual ilícita entre casais que ainda não se deram em casamento) gera maldição futura no relacionamento. E como nos tempos atuais ela passou a ser muito comum, a tendência é que o número de separações, de divórcios e novos casamentos infelizmente cresça ao longo dos anos.

Os únicos frutos da fase do namoro e noivado que deveriam ser levados para o casamento são o carinho, a atenção e o respeito (este último já tem se ausentado antes mesmo de o casamento ocorrer).

O carinho e a atenção funcionam como oxigênio para a convivência conjugal diária. A falta deles gera desproteção e desânimo. Até as críticas devem ser feitas com carinho e respeito. O bom relacionamento sexual necessita de carinho. Assim como a boa comida, a casa em ordem, as roupas bem passadas. Tanto uma esposa como um marido funcionam melhor quando priorizam essas qualidades no casamento. Casais carinhosos têm maior probabilidade de superarem os obstáculos juntos do que aqueles casais secos, frios, duros como cimentos, e que não aprenderam a conviver na atmosfera do carinho. Antes, as suas trajetórias como casados foram a base de espinhos, flechas, pedras, cruzes.

Uma frase que deveria ser constante no coração de casais casados: “Calma. Você vai conseguir”. Ela é um ingrediente que faz uma convivência conjugal ir mais longe. Ou quando a esposa diz: “Eu só faço coisas erradas”, o marido logo retruca: “Qual é o problema? Eu também erro muito”. Nesse caso, o marido traz a esposa para o nível dele, e não a deixa se sentir inferior ou desqualificada. O ruim é quando o marido ou a esposa se sente muito melhor que o seu cônjuge e a (o) deixa em uma condição inferiorizada. Isso serve como incentivo para todas as áreas do casamento, especialmente a financeira e a profissional, quando um tem se destacado mais que o outro.

A falta de carinho, atenção e reconhecimento maltrata, apaga a última luz dentro do ser até que tudo se transforme em escuridão. Os hábitos de casais casados devem ser voltados para eles próprios. O tempo da solteirice acabou. Acabou o tempo em que não se tinha obrigação de dar satisfação ou hora para voltar para casa. Tempo em que se podia fazer tudo sozinho (a). Agora não são mais duas pessoas individualizadas, mas duas que se fizeram uma. Assim tudo precisa ser compartilhado com sinceridade, carinho e respeito.

A falta de carinho e atenção também deixa o cônjuge super vulnerável, carente e desprotegido. É nesse momento que satanás se ocupa em colocar no caminho outra pessoa muito carinhosa e atenciosa, que venha preencher aquilo que o cônjuge legítimo não fez. Muitas das traições ocorreram exatamente por essa lacuna existente no casal. Não que elas justifiquem nem deem legalidade espiritual para um novo relacionamento. Por exemplo: a justificativa “hoje eu sou feliz porque estou com uma pessoa muito carinhosa ao meu lado, que me respeita e me faz tudo o que o meu ex- não fez durante o tempo de casados” não tem o menor valor para os que desejam caminhar para o Reino de DEUS.

Há casos em que a abstinência sexual se inicia lentamente pela falta de carinho. Em outros casos porque, independentemente dele, o coração do cônjuge já está contaminado pelo pecado da traição. Mas há uma diferença entre um caso e outro. No primeiro exemplo, o cônjuge não carinhoso é responsável direto pelo pecado da traição. No segundo exemplo, não. A abstinência sexual entre pessoas licitamente casadas infelizmente tem se tornado algo muito comum. Não existe uma quantidade certa e exigida para se praticar sexo no dia ou na semana, mas quanto mais se praticar, melhor para o casamento (leia 1 Coríntios 7:5). Cada casal, desde o início do casamento, conhece o seu parâmetro sexual. Quanto mais cedo se detecta o esfriamento sexual e as causas, mais possibilidade haverá para restauração. O importante é não se acomodar com ele.

Ser carinhoso (a) não se resume apenas a palavras, mas principalmente a atitudes. É procurar tomar café, almoçar e jantar juntos, sempre que isso for possível. Sair para passear juntos, demonstrar o quanto é importante a presença do outro em nossa vida. Ser carinhoso nem sempre vai resultar no ato sexual em si. Algumas vezes ele pode ficar no plano das carícias, dos abraços e beijos. O sexo tem que ser tão natural como o respirar; mas ele será muito mais prazeroso quando vier como resultado de um carinho intenso.

Os relacionamentos serão muito melhores quando as pessoas descobrirem o real valor do carinho. É um dos exercícios do servir, do doar-se, do fazer ao outro sem esperar uma recompensa. Carinho não se cobra; carinho se dá. O carinho destrói as muralhas do egoísmo, da frieza e da solidão. Eu não dou carinho porque eu recebo carinho; mas dou carinho para que a minha companheira, amiga e esposa sinta-se mais valorizada. É uma semente que é plantada no coração e na memória do outro. Não foi a toa que o apóstolo Paulo orientou: “Maridos, amem as suas esposas e não as tratei com amargura” (Colossenses 3:19), para que, quando houver distância, separação, exista ainda uma saudade no coração a brotar: a saudade dos momentos de carinho. Porque a pior coisa é não ter tido carinho para se lembrar no amanhã.


FERNANDO CÉSAR

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Ingredientes Básicos para um Casamento Longo e Feliz

Confira seis itens essenciais para uma união saudável e duradoura

Um bom casamento começa com uma faísca que cresce dando-se muita atenção às suas necessidades. Os seguintes ingredientes essenciais têm sido uma parte importante do nosso casamento por quase 30 anos. Sem eles, eu não acho que poderia ter conseguido vencer as provas que vieram e continuam a vir em nosso caminho.

1. Sempre de mãos dadas - mesmo quando em desacordo um com o outro

Eu me lembro da alegria que senti quando meu marido e eu demos as mãos pela primeira vez. Este simples gesto confirmou que ele me amava tanto quanto eu o amava.

Após quase 30 anos de casamento, ainda ficamos de mãos dadas. Eu amo meu marido hoje mais do que no dia de nosso casamento e não posso imaginar não ter sua mão na minha - no carro, durante as caminhadas, ao assistir a um filme, quando oramos, quando fazemos compras e quando e onde quer que estejamos.

Segurar a mão de seu cônjuge aquece seus corações.

2. Faça o que puder para olhar para si e para o seu cônjuge e sentir-se bem

Lembram-se dos encontros? Escolhíamos nossas melhores roupas e sapatos. Cada fio de cabelo estava alinhado. Cheirávamos bem, estávamos e nos sentíamos ótimos. Fazíamos tudo isso para o nosso encontro. Em seguida, o casamento e a vida entram em cena e acabamos por descuidar de nós mesmos.

Muitas vezes penso sobre isso. Eu sou culpada de me descuidar. Como eu sei? Eu decidi cuidar melhor da minha saúde. Estatisticamente tendo em vista nossa genética familiar, eu estou chegando ao fim da minha vida devido à diabetes, doenças cardíacas e câncer. Nenhum deles se manifestou em mim, mas para mantê-los longe, eu decidi cuidar melhor de mim mesma. Você pode acompanhar este processo no meu blog.

Eu não tinha percebido o estado do meu corpo até que eu perdi peso. Na minha mente, eu ainda tenho 20 anos. Sinto-me melhor, mais bonita e apesar de o nosso casamento não parecer em perigo, eu e meu marido vimos e sentimos a diferença. Dele ouço agora comentários regulares quase esquecidos, que me sinalizam que ele gostou das mudanças.

Planeje um encontro com o seu cônjuge e leve algum tempo para se produzir. Você pode sentir-se 10 ou 20 anos mais jovem.

3. Não aponte

Muitas vezes, ao repreender meu marido por seus defeitos, percebi que não conseguia muito a não ser irritá-lo. Ele não mudava aquilo que me desagradava. Comecei a me perguntar se tinha cometido um erro ao me casar com ele. Eu não queria que nosso casamento acabasse, mas não sabia como encontrar a alegria que antes pertencia ao nosso amor.

Um bom amigo me aconselhou a apontar o dedo para mim. Se eu mudasse, ele iria mudar e, muito provavelmente, da maneira necessária. Eu tentei isso e nosso casamento agora é mais forte e mais alegre. Também aprendi que essas pequenas coisas que não mudam são parte dele e percebi que eu não quero que essas partes dele se percam de mim.

Agora, quando estou tentada a apontar o dedo para ele, eu me lembro de que quando aponto um para ele, meus dedos restantes estão apontando para mim.

4. Beijar

Beijem-se para despedir, quando se encontram, quando chegam a casa, antes de saírem do carro - sempre que se sentirem bem. Não há nada tão reconfortante como a lembrança do amor de seu cônjuge através de um beijo.

Lembro-me do nosso primeiro beijo. Eu sabia que ele me amava. Eu sabia que ele era meu (Eu disse a ele que para sempre). Eu ainda sinto isso. Mesmo quando é um beijo rápido, como ao sair para o trabalho de manhã.

Sempre se cumprimentem e se despeçam com um beijo, mesmo que seja em público.

5. Divirtam-se juntos

Meu marido é um técnico automotivo. Eu amo animais. Ele coleciona carros, eu coleciono animais. Não tem sido fácil conciliar nossas coleções. Com o tempo eu aprendi a desfrutar de nossas conversas sobre automóveis e às vezes ele me mostra como consertá-los, e ele já se apaixonou pela maioria dos animais que eu trouxe para casa.

Como nossos filhos estão crescidos e passamos mais tempo juntos fora de casa, aprendemos a apreciar a natureza juntos. Caminhadas no Everglades, passeios de trilha no seu jipe Discovery, fotografia e caminhadas ao longo da praia. No passado, essas atividades nem sempre envolviam nós dois e as crianças. Agora as crianças se juntam a nós sempre que seus horários permitem.

Atente para os hobbies e aquilo que seu cônjuge gosta de fazer. Procurem atividades para fazerem juntos e se divertir. Vocês podem se apaixonar novamente.

6. Eu te amo

Ficar de mãos dadas quando estão juntos e beijar o mais possível é como dizer, pensar e escrever pequenos bilhetes dizendo "Eu te amo”.

Meu marido disse estas palavras a mim quando estávamos namorando. Eu não respondi. Ele perguntou por que e eu lhe disse que não queria dizer: “Eu te amo” a menos que ele compreendesse bem o que eu queria dizer. Discutimos o significado dessas três palavras importantes. Ele aprendeu que quando eu digo “Eu te amo”, eu quero dizer para sempre, e não só para ontem ou hoje. Eu o amo, não só pela alegria que ele me trouxe, mas também pelos desafios que nos fizeram crescer e amadurecer juntos e que vai continuar no futuro.

Considere a adição destes ingredientes essenciais ao seu casamento. Discuta-os com o seu cônjuge e vocês poderão fortalecer e acrescentar anos à sua união.

Dennise Sleeper

domingo, 22 de novembro de 2015

Hábitos que Destroem Casamentos

Casamento cristão, problemas conjugais

Hábitos que destroem o casamento:
Não são poucos os hábitos praticados tanto pelas esposas quanto pelos maridos que podem destruir o casamento. Ás vezes atitudes impensadas, que parecem tão pequenas ou até inocentes podem se tornar um grande problema se não forem administradas e acabar afastando o casal.


Maus hábitos podem causar muita tensão entre um casal, exigir que o outro mude o seu jeito de ser e viver nesta expectativa é uma grande cilada, mas existem pequenas atitudes realizadas no dia a dia que podem sim ser mudadas como, por exemplo, maridos que são grosseiros, contam piadas indecentes, deixam roupas espalhadas, ignoram a higiene pessoal, são inconvenientes à mesa e esposas que insistem em tratar o marido como aos filhos, querendo controlar cada passo, sendo excessivamente ciumenta ou insistindo em discutir um assunto quando o homem precisa de um tempo para refletir antes de tomar uma decisão, entre tantos outros, são hábitos que precisam ser mudados para que um casal desfrute o que há de melhor na sua relação.


O amor de Deus e pelo próximo andam de mãos dadas, aquele que ama a Deus respeita as peculiaridades do seu companheiro e também se adapta a novas situações e circunstâncias, mas para isso acontecer é necessário muita humildade, desejo e paciência de ambas as partes. Muitos maridos e esposas não querem mudar, insistem em realizar os hábitos que destroem o casamento por acharem que são hábitos inocentes, mas não são.

Não dê brechas para a destruição no seu casamento, converse mais, ouça mais, respeite mais, ame mais e tente quantas vezes forem necessárias. O amor requer a tentativa.

Paula Caruza

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Cuidado com o Mau Humor....


Cuidado, o mau humor é um vírus muito contagioso






Cuidado, o mau humor é um vírus muito contagioso

É fundamental desdobrar nossas estratégias para impedir que o mau humor dos que nos rodeiam nos afete. Devemos aceitar nossa realidade e pensar sempre positivo.

Todos passamos por esses dias nos quais o mau humor aparece. É como uma pressão interior e um véu que nos faz ver as coisas com desânimo, com certo rancor, apatia e muito desconforto.
O mais provável é que tenham sido momentos específicos que, depois de pouco tempo, acabam se evaporando porque você sabe canalizá-los, porque se centra em outros aspectos que dissuadem esse súbito mal-estar.
Agora bem… Você conhece alguém que pareça viver em um eterno estado de ânimo onde o mau humor não dá trégua às suas palavras e expressão? Nesses casos é importante saber que esse mal-estar pode muito bem ser contagioso.
Ou pelo menos isso explica um estudo realizado em 2012 pelo doutor Lewandonsky e publicado na revista  “American Scientific“.

Quando o mau humor ataca

Mau-humor
Quando chega o mau humor o dia se converte em noite e, além do mais, com tempestade. Mas, a maioria das vezes “são explosões específicas”.  Em geral, essa sensação onde a ansiedade, a raiva e o pessimismo se misturam, é algo muito limitado no tempo.
Muita gente está acostumada a combater o mau humor com o diálogo interno, pensando no que o provoca e controlando essa emoção. Sempre é muito aconselhável sair para caminhar, a fazer um pouco de esporte para aliviar essa tensão interna, e ao mesmo tempo, relativizar pensamentos, mais o que realmente funciona é dobrar os joelhos e clamar ao nosso Deus para arrancar esse sentimento de nosso coração.
Agora, por sua vez, também temos essas outras personalidades “presas” em um mau humor permanente que podem chegar a ser tão destrutivas para nós mesmos quanto para os demais.
O que o produz? Quais são as causas mais comuns que o determinam?
  • Quando as expectativas próprias não se cumprem.
  • O aborrecimento e o mau humor também cumprem sua função: nos alertar de que há algo que nos incomoda. Há pessoas que se enfrentam ao seu mal-estar, o canalizam e resolvem o aborrecimento.
  • Quem o armazena e não o controla, aumenta ainda mais a emoção negativa. Há, além disso, uma clara incapacidade de confrontar os problemas.
  • Esse mal-estar interior costuma se transformar em rejeição, em ocasiões, para si mesmo e também para outros.
  • O mal-estar pessoal gera frustração.
  • As pessoas com mau humor crônico não dispõem de capacidade reflexiva, de autovalorização, nem de um adequado controle emocional.
  • Há uma negação da realidade.
  • Em ocasiões, o mau humor permanente é resultado de uma mentalidade egocêntrica onde seus problemas são sempre a maior prioridade.

O mau humor se transmite

Mau-humor-contagioso
Isso mesmo. Assim foi esclarecido no estudo mencionado no início, e em diversos artigos científicos da revista Psychology Today, onde nos indicam o seguinte:
  • A atitude de uma pessoa, seja ela positiva ou negativa, sempre acaba nos afetando de alguma maneira.
  • O mau humor crônico procedente de um familiar próximo ou de um amigo sempre nos resulta incômodo e acaba gerando em nós emoções negativas e inclusive desânimo.
  • O que acontece é que chegamos a desenvolver uma série de mecanismos quase inconscientes que acabam nos contagiando com esse mau humor.
  • Em primeiro lugar, fazemos uma imitação de gestos. Se a outra pessoa franzir a testa e mostrar mal-estar no rosto, nós faremos o mesmo porque estamos fazendo empatia.  Algo que não devemos nos esquecer é de que toda expressão facial gera uma emoção
  • Só temos que desenhar um sorriso no nosso rosto para sentir sensações positivas. Assim, se baixarmos o rosto, se franzirmos a testa, se apagarmos nosso sorriso natural, aos poucos, chegarão as sensações negativas.
    É curioso, inclusive, como em um espaço reduzido, mas com vários indivíduos, uma só pessoa pode contagiar seu mau humor e fazer com que o resto acabe se sentindo igual.

    Como nos proteger do vírus do mau humor

    Uma estratégia essencial para nos defender do mau humor alheio é utilizar o que se chama o “impermeável emocional”. No que consiste?
    Tome nota, com certeza vai ajudar você:
    • Quando uma pessoa começa a falar de aspectos negativos, quando utiliza críticas e gera um tipo de linguagem carregada de desânimo, tente introduzir recursos positivos:
    “Bom, mas há dias melhores”, “Bem, mas hoje é um bom dia e terá que aproveitar”, “Certo, mas você vale muito e vai poder, a pesar de tudo”, “Entendo, mas dias cinzas temos todos, e você terá que ser feliz”.
    • As pessoas muito negativas poderão tomar estas frases como uma afronta ou como se não fossem entendidos. Na realidade, você tenta mostrar a elas empatia, mas o que deve fazer é se proteger a si mesmo para que nada disso o afete.
    • Deverá fazer um esforço consciente para desviar esse fio de negatividade extrema. Tenha em conta suas expressões faciais, não imite a quem tem na sua frente. Adquira uma expressão impassível onde seu sorriso esteja tranquilo.
    • É só assentir com a cabeça para que a outra pessoa saiba que está sendo escutado.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Ser Mulher depois dos 40

O dom de ser mulher depois dos 40

Nos encontramos em um momento no qual nos
permitimos crescer e curar aquelas feridas e
 questões que haviam ficado sem resolver na
 primeira metade da nossa vida.
O dom de ser mulher depois dos 40

Quantos anos tenho?
Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.
Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança.
Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada. E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia.
Quantos anos tenho? Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas…
Valem muito mais que isso
O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta?!
O que importa é a idade que sinto.
Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios.
Quantos anos tenho? Isso a quem importa?
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto.
José Saramago

http://melhorcomsaude.com/dom-mulher-dos-40/

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

7 Coisas que acontecem quando Você não está Feliz no seu Relacionamento

7 coisas que acontecem quando você não está feliz no seu relacionamento
A comunicação é fundamental em um relacionamento. Se você não tem confiança para contar seus problemas e o que o aflige para o outro, é possível que a faísca tenha se apagado.
Suportar uma relação quando já não se é feliz nela é algo muito complicado e, ao não prestar atenção no que está acontecendo, podemos ver surgir emoções que nos impedirão de aproveitar a vida e o amor como se supõe que ambos devam ser aproveitados.Ter um relacionamento de casal pode fazer com que nos sintamos completos e motivados para enfrentar cada um dos desafios que a vida possa colocar em nosso caminho. Isso ocorre sempre que seja mantida acesa a “faísca” de amor e paixão que costuma ser muito presente nos primeiros meses juntos.No entanto, o tempo sempre atua contra nós, e mais ainda quando o casal cai na monotonia e não faz nada para sair dela. Por esta razão, atualmente muitos casais não são capazes de se entender e acabam fracassando uma e outra vez, sem conseguir compreender o porquê.
Há atitudes e sentimentos que se fazem presentes quando o amor está acabando, ou quando por alguma razão já não somos felizes no relacionamento. Conhecer estes comportamentos é muito importante, já que são eles que nos levam a tomar uma decisão definitiva ou então fazer algo para reviver o amor. Você se identifica com esta situação?
  1. Não há conexão física nem emocional

Está difícil se conectar como antes? As demonstrações de carinho se perderam? Você não sente mais o mesmo desejo físico de antes? Se estes fatores estiverem presentes, saiba que eles são característicos de uma relação fraca e esgotada.
A perda da conexão física e emocional, inclusive nos momentos íntimos, evidenciam que o casal já não é mais feliz.
  1. Você faz comparações com o passado

Todos os casais devem aceitar que os seus primeiros dias ou meses juntos foram os melhores, pois o mais provável é que a paixão estivesse à flor da pele e que os detalhes próprios da conquista estivessem muito presentes.
Acreditar que tudo será assim para sempre é difícil, pois de uma forma ou de outra,o relacionamento entra em uma zona de conforto com o tempo, da qual só é possível sair quando o casal decide fazer algo diferente.
Fazer comparações com outras fases do relacionamento e desejar que tudo volte a ser como antes está mostrando que, no presente, você não está feliz, e está precisando de mais atenção por parte da pessoa que você ama.
  1. Você espera que o seu parceiro(a) mude

Pretender que uma pessoa mude a sua forma de ser e se adapte ao que esperamos que seja é um grave erro e pode desgastar muito o relacionamento.
Se você se apaixonou pela pessoa dessa forma, por que agora quer mudá-la? Se este desejo for inevitável, é muito provável que a felicidade de ambos não esteja nesta relação.
  1. Há pouca comunicação

Perder a vontade e a confiança de falar com o parceiro(a) é praticamente uma sentença para o fracasso do casal. A comunicação é uma das chaves para ter uma relação saudável e feliz, e perder esta qualidade pode causar muitos problemas entre ambos.
Você já não se sente à vontade para falar sobre as suas coisas? Vocês se veem e falam apenas sobre banalidades? Isso é entediante para você? A resposta positiva para estas perguntas é outro sinal que indica que você provavelmente não poderá ser feliz com esta pessoa.
  1. Você se incomoda com tudo que o outro diz e faz

Não importa se o que a pessoa diz ou faz é com boas intenções. Tudo causa irritação, e você pode até acabar ficando com raiva do outro.
Deixar que isso aconteça é muito ruim, e a situação pode acabar muito mal. Se você não estiver conseguindo conviver bem dentro do relacionamento, deixe-o ir e pense no que você realmente quer para a sua vida.
  1. Você evita o seu parceiro(a)

Você procura desculpas para responder negativamente a qualquer telefonema, convite para sair, ou oportunidade de fazer algo juntos.
Perder o interesse por estar na companhia do outro e preferir fazer outras atividades, como passar o tempo com os amigos, ver televisão ou simplesmente ficar sozinho, é um sinal muito claro de que você não estáfeliz no relacionamento.
  1. Você não tem interesse em melhorar o relacionamento

Quando a relação está mal e tudo indica que há infelicidade, há duas coisas a fazer: encerrar este capítulo ou lutar para revivê-lo e encontrar de novo a força para manter a união.
Se você não sentir vontade de lutar, não quer se esforçar e não corresponde às tentativas do seu parceiro(a) para melhorar o relacionamento, este é um sinal para colocar um ponto final no mesmo.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Pessoas Felizes não Falam Mal dos Outros

Pessoas felizes não falam mal dos outros
Em vez de ficar obcecada com as críticas ou de ficar criticando os outros, dedique seu tempo para melhorar a si mesma e o seu entorno.

O hábito de “falar mal” dos outros está tão enraizado na nossa sociedade atual que infelizmente não nos damos conta do quanto ele pode prejudicar a vida de todos: aquele que critica, aquele que é criticado, e até aquele que ouve passivamente a crítica sobre os outros.
Você já reparou em como as pessoas felizes não falam mal dos outros? Parece que elas, simplesmente, não têm essa necessidade que tantas outras pessoas têm.
Neste artigo, queremos falar sobre os motivos pelos quais as pessoas criticam as outras e sobre como podemos nos manter fortes diante das críticas e das energias negativas de pessoas que só sabem falar mal dos outros.

Por que as pessoas falam mal dos outros?

O motivo principal pelo qual as pessoas sentem a necessidade de falar mal dos outros é para que elas se sintam melhor com as suas próprias inseguranças.Geralmente elas procuram defeitos e falhas dos outros para comentar, em uma tentativa de disfarçar, tirar o foco ou até parar de pensar nos seus próprios defeitos.
E não se enganem: ninguém está imune a isso. Analise o seu próprio comportamento com atenção e veja se você não fez nenhum comentário maldoso nos últimos tempos, mesmo sem intenção. Muitas vezes falamos algo e só depois nos damos conta.
Infelizmente este tipo de comportamento está enraizado no dia a dia de muitas pessoas, que na maioria das vezes estão insatisfeitas com algum aspecto das suas vidas, e criticam os outros para, de alguma forma, se sentirem melhor, mesmo que isso seja feito de maneira inconsciente em algumas situações.

Mantenha-se forte diante das críticas

Também é fundamental falar sobre o outro lado da moeda: a pessoa que é criticada. Em teoria, deveríamos todos ser completamente imunes às críticas. Afinal, o que uma pessoa diz sobre nós é a realidade dela, e não a nossa.  Ninguém sabe realmente o que acontece na vida de outra pessoa, tanto das alegrias e momentos de felicidade quanto das lutas e adversidades superadas.
Não deixe que a opinião dos outros influencie o seu dia a dia negativamente. É muito importante reforçar e desenvolver a sua autoestima e autoconfiança, para saber lidar melhor com as críticas e resistir a delas. Sabemos que, muitas vezes, é difícil fazer isso, mas a chave para consegui-lo é o autoconhecimento.
Se você estiver feliz consigo mesmo, se tiver valores fortes nos quais acredita, se souber valorizar tudo o que tem na vida, ao invés de focar no que não tem, poderá viver alheio aos comentários dos outros, pois eles não o afetarão.

Afaste-se de quem só sabe criticar

Todo mundo conhece uma pessoa repleta de energias negativas, que só sabe se queixar da vida, reclamar de todos os acontecimentos, até dos felizes, e falar mal dos outros sempre que tiver uma mínima oportunidade.
Estas energias são contagiosas, por isso não vale a pena incentivar este tipo de comportamento, pois você também irá perder com ele. Cerque-se de pessoasfelizes, com um astral lá em cima, otimistas e que enxerguem o lado positivo da vida, e não de pessoas que deixam todos (e inclusive elas mesmas) “para baixo”.
E não se engane: uma pessoa que fala mal dos outros para você, certamente fala mal de você para os outros. É este tipo de amizade ou relacionamento que você quer ter? Talvez seja o momento de reavaliar.
Se você conviver com alguém assim, pode conversar e explicar que este comportamento somente prejudica a todos, e que você não gostaria mais de ouvir comentários maldosos sobre as outras pessoas. Se mesmo assim não adiantar, infelizmente a melhor solução pode estar no afastamento.

Seja a melhor versão de você mesmo

As pessoas felizes estão preocupadas demais com elas mesmas e com o seu bem-estar pessoal para perder tempo falando mal dos outros. Inspire-se nelas!
Dedique o seu tempo, os seus pensamentos e as suas palavras à pessoa que mais importa na sua vida: você mesmo! Mantenha o seu foco em ser a melhor versão possível de você mesmo, trabalhando as suas inseguranças sem se comparar aos outros, e sem perder tempo com comentários e observações a respeito de características e comportamentos alheios.
Quando você estiver satisfeito consigo mesmo, certamente estará tomando as melhores decisões para o seu presente e o seu futuro, e vivendo de acordo com a sua verdadeira essência, não terá nenhuma preocupação com os outros e poderá seguir em frente de forma muito mais leve, plena e feliz.

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