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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

VENCENDO AS CRISES

Todo relacionamento passa por crises. A vida conjugal tem sido cercada por muitas delas. Contudo, podemos sair vitoriosos se estivermos conscientes do que Deus espera de nós e dispostos a encarar e tratar os problemas quando eles surgem.

Esse tem sido um dos temas mais usados em meio da sociedade atual. Mas, mais do que poesia, um amor á prova de vendavais precisa de maturidade, do contrário, acaba no cartório.

Parece que nos envolvemos demais com o romantismo dos contos de fada e desprezamos o amor bíblico e maduro que fortalece os relacionamentos.

Precisamos com urgência de um programa de apoio às famílias que discuta a fundo as questões diárias que nos levam a essas crises e, com coragem, tratar da saúde conjugal afetiva.

Sem vigilância mútua, nosso casamento se expõe. Essa vigilância implica em uma avaliação frequente. Quando nos avaliamos, de algum modo corremos o risco de perder essa liberdade, mas vale a pena.

Nenhum Casamento Vem Pronto e Acabado.

A felicidade do casamento é artesanal e requer paciência. Durante o noivado, traçamos o projeto. Agora, temos a vida inteira para a construção, reforma e aprimoramento do acabamento.

O amor deverá ser vivenciado pela renúncia, diálogo aberto e liberdade de expressão.

Somos falíveis, e Deus não nos isenta de tribulação. Mas, alguns preferem ser ufanistas e cegos, pensam que serão felizes apenas por causa da sua fé piedosa. Outros, influenciados pelo pessimismo que se abate sobre as famílias, desistirão na primeira dificuldade.

Nosso risco começa no noivado. Nós sabemos da diferença, mas disfarçamos por causa da força da conquista. Não discutimos e até nem “brigamos” por essas questões, “despachamos a bagagem” para dentro do casamento. No aconselhamento pré-nupcial, sempre encontro noivos dizendo que são “almas gêmeas”. O segredo, para mim, consiste em tirar bom proveito dessas diferenças em função da unidade. Este é um dos grandes segredos da vida conjugal.

Muitos dos casamentos que já estão acabados resultaram da pressão de pais, familiares, sociedade e até mesmo da igreja. A intimidade do grupo nos leva a aceitar grandes desafios, mas nem sempre estamos convictos do que queremos. O mesmo grupo que escolhe para nós um casamento poderá nos cobrar depois o nosso fracasso.

Encarar a crise como normal  e vencível com amor é identificar o ponto fraco trazido ao casamento ou adquirido na trama doméstica da inter-relação.

Talvez uma das mais sérias. Geralmente não resolvida no noivado, vai tomando força e prejudicando a boa relação conjugal. O autoritarismo e a subserviência são dois pontos fracos. Essa crise está intimamente ligada à de mando e poder. Quando dois se casam, um leque de fraternidade ou intrigas pode estar se abrindo. Muitos pais falham porque continuam a dirigir seus filhos por controle remoto.

Em geral, os noivos procuram ser criativos e cheios de bom humor promovendo seu lazer. Quando se casam, em nome de muita ocupação, ganhar mais dinheiro ou muitos cursos enterra esta chance de vida ao casamento.

As outras crises atingem esta e quando não temos mais motivos para estar juntinhos e aquecidos, em qualquer idade, entramos numa área de risco e não raro tem sido aqui a porta da infidelidade. Esse tratamento não tem contraindicação, serve para qualquer idade. A resposta a todas essas crises está na Palavra de Deus. É preciso incrementar o aconselhamento na vida do jovem noivo, o qual será levado ao matrimônio com segurança e convicção que suprirá as crises.

Se hoje, você está enfrentando crises em seu relacionamento procure com urgência um conselheiro para que lhe ajude a vencer.


Mário Valdez

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