Um Recado Para Você!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Casamento Definido

Não é segredo que os casamentos estão sob o ataque do mundo. Não é uma surpresa, já que o casamento é uma ilustração visível de Cristo e Sua Igreja. Que lugar ótimo para as forças do inferno lançarem seus dardos inflamados. Como resposta a isso, nossa igreja tenta realizar, no mínimo, duas conferências sobre casamento por ano (com esperanças de termos mais). E eu fiquei incumbido de usar recursos diversos e montar um currículo para a conferência.
Nossa primeira sessão é “O que é casamento?”. Nesta sessão, nós tentamos chegar conjuntamente a uma teologia do casamento. Começamos definindo “casamento”. Até onde eu sei, essa definição é original. Eu gostaria de compartilhá-la com vocês e depois explicá-la um pouco – espero que para seu benefício.


Casamento é uma aliança pactual, criado por Deus, entre um homem e uma mulher, para a nossa santidade e nossa alegria, como uma ilustração do Evangelho para expressão da glória de Deus.
Se eu pegar essa definição separadamente, posso chegar a sete afirmações individuais (e elas são usadas como pontos principais para o ensino da primeira sessão).


Uma aliança pactual – Alianças são um assunto muito importante para Deus. A quebra de um pacto é também uma questão muito importante para Deus. Para ter uma noção de como pacto é uma questão importante, considere Gênesis 15. O Senhor passa por uma série de animais que estão rasgados pela metade e praticamente diz: “Se eu quebrar meu pacto, o que aconteceu com esses animais, acontecerá comigo”. Os pactos são muito importantes.


Criado por Deus – Se os homens tivessem criado o casamento, então, poderíamos estabelecer suas regras. Mas o casamento é uma aliança pactual criada por Deus e, sendo assim, Ele é quem estabelece as regras. Deus criou o seu casamento, então pare com essa conversa tola de “casei com a pessoa errada”.


Entre um homem e uma mulher – Os dois devem se tornar um. Isso significa separar-se dos pais, de relacionamentos passados, de relacionamentos futuros e de qualquer outro amante. Isso também vai contra qualquer argumento sobre homossexualidade ser chamada de casamento.
Para nossa santidade – O casamento é um dos meios que Deus estabeleceu para nos santificar. Deus não fica satisfeito meramente com termos um “bom” casamento. Deus deseja usar nosso casamento para nos conformar mais e mais à imagem de Cristo. Deus tem um plano de resgate para o seu casamento. O objetivo dEle não é apenas resgatar o seu casamento. O objetivo dEle é usar o seu casamento para te resgatar.


Para nossa alegria – Nossa alegria aumenta quando nós, em santidade, lutamos pela alegria do outro. O casamento pode ser extremamente feliz. Apenas leia os Cânticos dos Cânticos de Salomão para você ver. Além disso, se o casamento promove a santidade, ele também irá promover nossa alegria em Deus.


Como uma ilustração do evangelho – Seu casamento reflete Cristo e Sua igreja. Ele foi criado por Deus para ser uma ilustração visível para todos verem o amor entre Cristo e Sua Noiva.
Para expressão da glória de Deus – O propósito de Deus para a humanidade é que ela goze de Sua glória e a proclame. Com o casamento não é diferente. Ele usa o casamento para arrancar o pecado e a incredulidade do nosso coração. Ele usa o casamento para prolongar nossa alegria. Mas Ele também usa o casamento para fazer crianças, para elas crescerem e serem nutridas em lares cristãos.


Seu casamento tem propósito. Ele tem um significado. Não desista do seu casamento. Não pare de lutar pelo seu casamento. Saiba que Deus também está lutando por ele. Tenha fé nEle e vá em frente.


Aprecie o seu casamento. Deus está usando-o para mostrar Sua grandeza. Regozije-se no fato de que Deus está usando a união de dois pecadores para mostrar Sua incomparável grandeza e Seu amor trinitariano. O casamento é doce. Saboreie-o. Prove e veja que o Senhor é bom.

Mike Leake
Traduzido por Fernanda Vilela

Carater de Um Bom Casamento

Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24).
Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"?
Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira.
O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento.
Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.

Instruções Divinas

As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação.
Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem.
O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela.
Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se.
Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.

Honestidade

Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança.
A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados".
O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.
Discrição
Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas.
A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.

Fidelidade Sexual

Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita.
O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).

Respeito

O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7).
Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).

Altruísmo
O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!

Paciência

A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12).
A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!

Humildade

Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores.
A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.
Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

 Allen Dvorak

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A importância da Amizade no Casamento


“O AMIGO AMA EM TODOS OS MOMENTOS”. (Pv 17.17).

 Especialistas do comportamento humano asseguram que o segredo de um casamento perdurável, portentoso e prazeroso se baseia na franca amizade fomentada entre os cônjuges. Veja, o que constata uma recente pesquisa cientifica:
“O psicólogo John Gottman relata em seu livro “Sete princípios para o Casamento dar certo” (Ed. Objetiva), como durante 16 anos conduziu uma das pesquisas mais inovadoras sobre casamento e divórcio, utilizando-se da estrutura da Universidade de Washington. Casais voluntários eram selecionados para passarem um fim de semana numa “casa monitorada” (tipo “Big Brother”). Todas as reações e conversas foram filmadas e os cônjuges tinham até monitoramento de pressão e temperatura do corpo. Neste tempo, mais de 700 casais foram avaliados e a conclusão de Gottman foi de que a Amizade é o fator comum aos casamentos que deram certo e não terminaram em divórcio. Estes são dados elaborados por meio de sérios e fidedignos testes, que comprovaram cientificamente a importância da Amizade dentro do casamento”. Fonte: www.padom.com / bibliaword

Entre diversas virtudes a serem prezadas, estimadas e desfrutadas como benção de Deus na vida a dois, existe uma que é simplesmente imprescindível: A AMIZADE!

TEMA: A IMPORTACIA DA AMIZADE NO CASAMENTO

I. Obstáculos que dificultam a amizade no casamento:
A. EGOISMO:
“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres”. (Tiago 4.3).

B. RESSENTIMENTO:
“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Efésios. 4.26)

C. FRIGIDEZ:
“Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”. (Rm 12.10

II. Conseqüências provocadas devido à ausência da amizade:

A. Desentendimentos constantes:
“Duas pessoas andarão juntas se não tiverem de acordo?” Amós 3:3

B. Discussões insistentes:
“O orgulho só gera discussões” Provérbios 13:10

C. Intrigas intermináveis;
Quem maquina o mal será conhecido como criador de intrigas. Provérbios 24:8

D. Ciúmes fúteis:
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes…” (I Co 13.4).

E. Disputas inúteis:
“De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam” dentro de vocês? Tiago 4:1

F. Distanciamentos desnecessários:
“Quem se isola, busca interesses egoístas, e se rebela contra a sensatez”. Provérbios 18:1

III. Benefícios promovidos pela amizade no casamento:
A. Companheirismo:
“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho”. (Pr 4.9)

B. Cumplicidade:
“Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne”. Mateus 19:6

C. Compromisso:
“O meu amado é meu, e eu sou dele”. Cânticos 2:16

D. Intimidade E FELICIDADE:
“Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz”. (Ec 9.9).

E. Fidelidade:
“Portanto, o que Deus uniu ninguém o separe”. Mateus 19:6

CONCLUSÃO: Um casamento saudável é solidificado na sincera e autentica amizade entre os cônjuges. Casais amigos vivem imunizados as infecções da estupidez que provocam constantes desavenças e incita tantas separações.
Amigos não se divorciam!!!

Pr. Sidney Osvaldo