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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Os Assassinos do Seu Casamento


 Conta-se que um idoso homem foi entrevistado por ocasião de seu centésimo aniversário. “De tudo o que o senhor já fez na vida, qual é seu maior orgulho?”, perguntou o repórter. “Bem…”, disse o velho, “eu não tenho nenhum inimigo no mundo inteiro”. “Que belo pensamento! Que inspirador!”, afirmou entusiasmado o repórter. “Sim”, continuou o centenário, “o último deles morreu na semana passada!”.
É praticamente impossível uma vida isenta de inimigos. Prova disso é que o próprio Jesus enfrentou a oposição de muitos em sua época – e Ele nunca havia se comportado de maneira a instigar inimizades. O relacionamento conjugal também encara alguns perigosos adversários. É importante identificá-los a fim de se descobrir quais os meios mais eficazes para combatê-los. A lista é vasta: infidelidade, solidão, desrespeito, senso de valor-próprio destruído, falhas na comunicação, mediocridade, vazios emocionais, decepções, egoísmo, ausência de limites, mentiras, dívidas, falta de tempo, valores espirituais diferentes, e inúmeros outros.

Quais os inimigos que seu casamento enfrenta? É possível identificá-los? Através de quais brechas eles tem se infiltrado em seu relacionamento conjugal? Há alguma maneira de combatê-los? Aqui vão alguns comentários úteis sobre os mais comuns:


1. Falta de tempo
Gastar tempo juntos é a chave para a intimidade conjugal. Porém, poucos casais conseguem mais do que uma mera convivência diária, e uma das razões pelas quais os cônjuges interagem tão pouco são suas atividades excessivas. Depois de passarem dias e até semanas envolvidos com o trabalho, muitos casais ficam surpresos e desapontados quando a intimidade física simplesmente não acontece satisfatoriamente.

Não é difícil perceber que muitos casais cometem o erro fatal de não gastar tempo de qualidade com seu cônjuge. Durante o namoro, eram românticos e dedicavam-se integralmente um ao outro. Mas, uma vez casados, parecem acreditar que o casamento irá cuidar de si mesmo sozinho.

Isso acontece porque depois de dizermos “sim”, parece que as atividades seculares da vida diária se intrometem no caminho do casamento romântico. Pagar as contas, ir ao shopping, cozinhar, limpar, jogar futebol com os amigos, fazer reparos na casa, cuidar das crianças, tudo isto é capaz de pressionar o casal a tal ponto que ficam sem tempo ou energia para desfrutarem um do outro.

Então, alguns conselhos são importantes quando você perceber que está diante do inimigo da falta de tempo:

a) Crie atividades que envolvam só vocês dois: separe um tempo semanal em que ambos possam sair juntos para um jantar, para um passeio ao ar livre, para a prática de esportes juntos, ou mesmo para ficar em casa, assistir a um filme, mas só o casal. Não precisa ser nada sofisticado, basta que seja um momento para ficarem a sós. Se for o caso, peça para alguém cuidar das crianças para vocês: pode ser a avó, um tio, ou algum amigo de confiança.

b) Desligue a TV mais cedo, saia da internet, e crie um tempo para simplesmente mostrar interesse por seu cônjuge: ajude sua esposa a dar banho nos filhos, preparem a refeição juntos, leiam um livro juntos, ajude seu marido a cuidar do jardim, e envolvam-se em atividades de amizade! Seu casamento é a amizade mais importante de sua vida – mantenha-a viva e animada.

Nunca se esqueça de que o casamento é um compromisso que envolve prioridades. Se seu trabalho é sua prioridade, você terá tempo para ele. Se a prioridade são os esportes, notícias, amigos, televisão ou internet, você também terá tempo para essas coisas. Escolha o que é mais importante para você – seu relacionamento com seu cônjuge – e invista tempo nisso!

Casamentos dirigidos por Deus devem aprender a estabelecer limites em suas atividades rotineiras a fim de preservar seu tempo juntos, buscando razões para se aproximar ao invés de arrumar desculpas para permanecerem distantes.


2. Infidelidade

Uma recente pesquisa sobre comportamento sexual mostra que 20 por cento das mulheres e mais de 35 por cento dos homens já foram infiéis pelo menos uma vez aos seus cônjuges (“Sex in Marriage”, 1994, pag. 105). Outra pesquisa aponta que o adultério é tão comum entre cristãos quanto entre não cristãos. A revista Cristianismo Hoje (“Christianity Today”) descobriu que 23 por cento do seu público, na sua maioria cristão, admitia já ter praticado relações sexuais extraconjugais.

Poucos problemas matrimoniais são mais devastadores do que a infidelidade. Muitos dirão: “Posso suportar qualquer coisa, mas não me peça para permanecer casado com uma pessoa que me traiu!”

Mais do que os danos físicos – como a transmissão de doenças contagiosas e abalo psicológico – o adultério pode causar a morte espiritual. Tiago 1:15 escreve sobre isso quando afirma: “Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte”. A infidelidade inevitavelmente leva à derrota espiritual.

Muitos dos que se divorciam acreditam que “a segunda chance será melhor do que a primeira”. Mas as estatísticas dizem exatamente o contrário. Cerca de quarenta a cinqüenta por cento dos primeiros casamentos termina em divórcio, mas o número de separações aumenta para sessenta por cento, quando o assunto é o segundo casamento. E setenta e cinco por cento dos terceiros casamentos também acabam em divórcio! Vivemos em uma época em que as pessoas vivem uma utopia, desejando um cônjuge perfeito e um sentimento eufórico de amor que dure para sempre. Porém, as pesquisas dizem que as maiores chances de alguém encontrar a felicidade é aprendendo a viver com a pessoa com quem ele ou ela é casado.

A melhor maneira de evitar que o mal do adultério alcance o seu casamento começa com a superação dos sentimentos de desaprovação em relação ao seu cônjuge, bem como os sentimentos que porventura ameacem surgir em sua mente em relação às outras pessoas. Para conseguir isso, o principal segredo está na oração. Nós subestimamos o poder da oração: “A oração do justo muito pode por sua eficácia” (Tiago 5:16). Será que Cristo não pode restaurar o brilho da sua relação antes que as luzes se apaguem? Será que Aquele que tem domínio sobre todos os seres criados não pode ajudá-lo a vencer seus próprios sentimentos?

Se ainda assim os sentimentos não forem embora, busque aconselhamento. Converse com pessoas idôneas, de confiança, e com uma boa experiência espiritual. Revele seu dilema e esteja aberto a ouvir o que essa pessoa tem a dizer.

Além disso, outra medida inadiável a ser tomada é afastar-se tanto quanto possível da tentação. Se a tentação é uma pessoa específica, remova-a de sua rotina: se almoçam no mesmo restaurante, mude de restaurante, mude o horário de almoço. Se freqüentam a mesma igreja, passe a freqüentar outra. Cristo pode ajudá-lo a combater esse inimigo. Confie nEle, mas faça sua parte!


3. Dívidas

Um outro astuto inimigo do casamento são as finanças. Não que elas sejam más em si mesmas, mas as divergências sobre como gastar o dinheiro, sobre quem decide em quê gastar, e quem possui mais habilidade para lidar com a área financeira são coisas capazes de prender um casal na gaiola do dinheiro. I Timóteo 6:10 afirma: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todo mal; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos atormentaram com muitas dores”. Quando permitimos que o dinheiro se coloque entre nós e nosso cônjuge, estamos de fato nos afastando.

Por isso, aqui estão algumas dicas que podem ajudá-lo a se lembrar de que seu cônjuge deve estar acima das coisas materiais, e que as decisões sobre o dinheiro devem ser tomadas em conjunto. Além disso, a maneira como gastamos nosso salário é mais importante para alcançar a estabilidade financeira do que quanto ganhamos no final de cada mês.

a) Tente descobrir se as finanças não são apenas uma parte da equação. Talvez a segurança e a necessidade de controle sejam os verdadeiros problemas. Muitos casais descobrem que o dinheiro está simplesmente amarrado a alguma outra pendência no relacionamento. Ao invés de ficar irritado, reconheça que as brigas em torno do dinheiro podem ter sua origem vinculada a outros problemas.

b) Entenda qual é a contribuição – financeira ou não – que cada cônjuge faz para o lar, e reconheça o papel dele ou dela quando o assunto é decidir acerca do dinheiro. Muitas mulheres cristãs vêem-se amedrontadas e silenciadas quando o assunto é dinheiro, porque não trabalham fora do lar, ou porque realizam um trabalho cujo rendimento é muito pequeno se comparado ao do marido. Essa atitude é um veneno mortal para o casamento. Em um lar cristão, aquele que permanece em casa desempenha um papel extremamente importante, mesmo que a sociedade não o reconheça com qualquer forma de pagamento. Compreenda o papel único que seu cônjuge desempenha para o bem estar de sua família e dê a ele ou ela igual poder de decisão quanto à área financeira.

c) Estabeleça algumas regras financeiras básicas. Depois que tiverem feito algum progresso nas duas primeiras dicas, é hora de fixar alguns limites e, para isso, os dois precisam se comprometer. Nenhum de vocês vai ter tudo aquilo que gostaria, mas ambos terão pelo menos um pouco do que desejam. Decidam sobre regras como “se alguma coisa custar mais do que X reais, devemos consultar um ao outro antes de comprá-la”, e estabeleçam uma quantia de dinheiro que poderá ser livremente gasta por cada um mensalmente. É ideal que esse valor seja equivalente para ambos.

d) Estabeleçam alvos financeiros juntos. Ao invés de olhar para as finanças como um assunto no qual discordam, escolham alvos pelos quais possam lutar juntos. Trabalhar lado a lado para economizar para a compra da casa própria ou para adquirir um novo carro, ou mesmo economizar um pouco para fazer uma sonhada viagem irá aproximá-los mais e mais e os ajudará na superação suas diferenças.


4. Sogros

O casamento é visto como um ato de deixar e separar, mas normalmente é muito difícil para os pais aceitarem isso. Nos primeiros anos do casamento (e para alguns, infelizmente, o tempo é muito maior) os pais têm a tendência de oferecem um grande número de conselhos – e esperam que seus filhos sigam cada sugestão ou pedido feito por eles. Apesar de em alguns momentos esses conselhos podem ser solicitados pelo jovem e inexperiente casal, os pais e seus filhos precisam saber reconhecer a necessidade de estabelecer limites.

É normal para o cônjuge tentar ser aceito pelos pais de seu esposo/sua esposa. Mas, achar que a pessoa precisa ser aceita pode trazer complicações, fazendo com que ele/ela se encontre numa situação muito desconfortável.

Já alguns maridos e esposas recém casados acham que serão amados e aceitos pelos parentes de seus cônjuges apenas pelo fato de terem se casado com ele/ela. Isso pode acontecer, mas normalmente é preciso tempo para que se estabeleça a confiança e o respeito. Da mesma forma que é preciso tempo para desenvolver relacionamentos, ser aceito numa família não acontece instantaneamente.

Outra fonte de problemas é quando há esperanças irreais. Muitos pais são, inicialmente, super-protetores de seus filhos, ou têm expectativas irreais que nenhum cônjuge é capaz de cumprir no começo.

E esse relacionamento fica ainda mais complicado quando um cônjuge parece tomar partido com seus pais e contra seu/sua companheiro (a). Ele/ela se sente em desvantagem numérica.

Diante dessa situação, esse relacionamento não parece muito agradável e tranqüilo. Parece até que essa relação com a família de seu cônjuge é um fardo a carregar. Talvez você esteja passando por esse problema, ou esteja diante de uma encruzilhada entre tentar agradar os pais de seu cônjuge (ou evitar ofendê-los) de um lado, e do outro, buscando ser você mesmo, ou conquistar seu próprio espaço.

Relacionamento com a família de seu cônjuge é uma ligação mais íntima do que apenas o DNA. Estamos falando de reuniões familiares, avós desejando passar tempo com os netos, a responsabilidade de cuidar de pais já muito idosos, e visitas aos lares em feriados e ocasiões especiais. Se você se preparar para a possibilidade de se encontrar frequentemente com a família de seu cônjuge, você pode se colocar numa posição melhor para mudar a sua própria atitude.

Em primeiro lugar, como cristão, você deve apresentar perante os parentes e, principalmente, os pais de seu cônjuge, um caráter que seja cristão – assim como você deve agir quando se relaciona com qualquer outra pessoa. Isso não é ignorar a realidade de que seus sogros seja pessoas “difíceis”, controladoras e manipuladoras, ou tenham problemas emocionais, ou mesmo que não partilhem de sua fé. Com certeza isso deixa a situação ainda mais complicada. O problema é que eles não são simplesmente qualquer pessoa. Eles estão ligados ao seu cônjuge por meio da genética, da história, e por fatores psicológicos complexos.

Em segundo lugar, como cristãos, devemos nos lembrar de que um dos mandamentos trata de “honrar” pai e mãe (Ex. 20:12). Isso exige que demonstremos paciência, bondade, respeito e cortesia por eles. Isso também se aplica aos pais do seu cônjuge. Mesmo que você não goste deles, você precisa fazer a escolha racional de agir de uma maneira amorosa para com eles.

Só que isso não quer dizer que você deve submeter todos os seus sentimentos, desejos, preferências, e necessidades para fazer as coisas do jeito deles. Nem significa permitir que eles desrespeitem, controlem ou manipulem você para obter os objetivos deles. Muito menos implica em obedecer “cegamente” todos os pedidos e ordenanças que eles façam – o que, com alguns sogros, pode ser algo quase impossível.

Você deve buscar manter os limites desse relacionamento. Agora, há coisas que você pode fazer para lidar bem com os parentes, e pais, de seu cônjuge.

Primeiramente, procure ter uma atitude de otimismo, e procure maneiras de melhorar o relacionamento com eles. Isso pode ser se interessar pelo que seu sogro gosta, ou sair para ir ao shopping com sua sogra, ou passear um domingo com eles. O importante é que você demonstre interesse em construir essa relação.

Outra coisa é não competir, ou demonstrar atitude de competição, com a família dele/dela. Essa situação não é uma disputa para ver quem é o mais forte, ou quem sai vencedor. Se um dos dois lados sair vencedor, os dois perderão.

Uma boa maneira de olhar as coisas desse jeito é mudando a perspectiva, e se concentrando nos aspectos positivos, desenvolvendo uma atitude mais otimista. E isso não significa achar que tudo está bem, tudo está bom. Significa aceitar a realidade como ela é, e usufruir das coisas boas que ela oferece.


5. Ressentimento

Ressentimento significa sentimentos ruins, raiva, espírito ofendido, mau temperamento, vontade doentia, rancor, amargura, mau humor, orgulho ferido, frustração, descontentamento, hostilidade.

Ele aparece quando não expressamos nosso sentimento de uma maneira correta, ou não expressamos de maneira nenhuma, e isso afeta negativa a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor.

No casamento, ele aparece quando ficamos com raiva porque achamos que nosso cônjuge está agindo errado com você repetidamente, e isso pode envenenar o casamento. Uma psicóloga clínica e familiar, Patrícia Pitta, afirma que o ressentimento distancia o casal, matando os sentimentos de intimidade, de atração e de amor do casamento.

É algo muito fácil perder de vista o quadro maior, e ficar obcecado acerca de como as coisas “deveriam” ter acontecido, e de como o cônjuge “deveria” ter tratado você.

Muitos cônjuges carregam pesadas malas cheias de lembranças do casamento que provocam ira e ressentimento. De tempos em tempos, eles abrem essas malas, e relembram de cada situação na qual eles acham que foram tratados injustamente.

Olhando para sua vida, você tem guardado ressentimento contra seu cônjuge? Por exemplo, se você recebeu uma grande promoção em seu trabalho, e parecia que você estava subindo rapidamente a escada do sucesso. Mas, para conseguir a promoção, você precisava se mudar para outro estado. Quando você comentou isso com seu cônjuge, ele/ela se recusou completamente a se mudar, por isso vocês tiveram que continuar morando no lugar em que estavam, pois você não queria ser mais um número nas estatísticas do divórcio. Já se passaram anos, e você ainda mantém no fundo do seu coração o ressentimento guardado.

Manter a ira e o ressentimento controlados não produzem um casamento cristão que dura a vida inteira, que é o seu objetivo. E, na situação que citamos, vale a pena considerar que, apesar de todos desejarem avançar na carreira, e fazer mais dinheiro, ou ter um sentimento de realização, será que seu casamento e sua família não deveriam ser sua principal prioridade?

Quando você pensa em todas as oportunidades perdidas, será que isso é apenas um sentimento guardado, ou você se vê trazendo o assunto à tona quase sempre que vocês dois discutem?

Sempre que a pessoa se concentra apenas na raiva, no ressentimento, na culpa, e na vingança, ela está apenas ferindo a si mesma. No processo, ela tem o risco de experimentar problemas de saúde, ter dificuldades para dormir, ter depressão, ir abrindo brechas no relacionamento, e até passar por agitação diária.
Como evitar isso? Como alcançar paz de espírito? Como você pode lidar com seus problemas de raiva e de ressentimento das lembranças do seu casamento? Como você pode criar um casamento pacífico agora?

A resposta está em abrir mão do ressentimento e praticar o perdão. Você não vai conseguir mudar o que aconteceu, e você não vai poder controlar o que seu cônjuge escolhe fazer. Mas, você pode controlar a maneira como você vai responder a essas situações. Sem o perdão, a sua vida se torna um ciclo interminável de ira, ressentimento e retaliação.

Talvez seu cônjuge tenha feito algo que passou dos limites, e você disse que tinha lhe perdoado. Mas você constantemente sente a necessidade de trazer à tona o quão prejudicado (a) você foi. Abra mão da raiva, e pare de fazer o papel de vítima, se você já tomou a decisão de perdoar. Não fique jogando na cara do seu cônjuge o fato de que as coisas atualmente estão assim porque ele/ela não quis agir da maneira certa no passado.

Você decide perdoar para que possa parar de pensar no passado, e coloque toda a sua energia no presente. E você pratica o perdão para que se liberte dos efeitos maléficos do ressentimento.

Quando escolhe o perdão, você pode experimentar a paz da mente, e trazer um ambiente tranqüilo e seguro para o seu casamento. Você nunca terá um casamento tranqüilo até que você encontre a paz por você mesmo. E, para isso, você precisa da ajuda de Deus. Somente com Ele, e baseado no que Ele faz por você é que você será capaz de superar as situações que lhe complicam a vida.
Esses verdadeiros ataques do Inimigo ao casamento são capazes de trazer tristeza ao nosso coração. Deus, no entanto, fez provisões para que você possa permanecer firme diante das influências negativas que abalam seu relacionamento conjugal. Fortalecer os muros de um casamento não é simples, e requer obediência ao chamado de Deus para reconstruir.

Os desapontamentos, frustrações, e raiva deixam as emoções em ruínas, em um estado parecido com as muralhas destruídas de Jerusalém. Mas Deus ouve seu clamor, assim como ouvir ao clamor dos hebreus cativos. Deus o convida a reconstruir os muros de seu casamento. Este é um chamado para a intimidade conjugal que possa construir altruísmo, confiança e respeito. É um convite para estender incondicionalmente a graça que Cristo oferece a você, ao seu cônjuge, e para investir tempo para curar as emoções feridas.

Zig Ziglar afirma: “Muitos casamentos seriam melhores se o marido e a esposa claramente compreendessem que estão do mesmo lado.” Pense nas equipes militares, ou nos times esportivos, que unem suas forças para combater o inimigo. Para a vitória, o foco no “eu” deve ser substituído pelo foco em “nós”. Esse compromisso incondicional transforma as ameaças ao casamento em um poderoso testemunho do livramento que glorifica a Deus.

Que Deus abençoe sua família,

Osmar Jr e Bruna Reis

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