Um Recado Para Você!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Filhos que dão Prazer ao Senhor

Um grande navio está partindo do porto. Adiante deste navio vai um navio pequenino abrindo caminho. Tendo navegado nesse porto muitas vezes, o capitão do navio menor conhece cada perigo do porto e assim é capaz de ajudar o capitão do navio maior a evitar sério contratempo. 

De modo muito semelhante, os pais estão preparando os filhos para levarem vidas independentes num mundo perigoso. A Bíblia observa que "o ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs (Provérbios 20:29). Cabelos grisalhos, por serem de costume associados com idade avançada, representam freqüentemente sabedoria e experiência. Os pais já aprenderam sobre alguns dos perigos da vida e experimentaram outros, e estão assim capacitados a ajudar seus filhos a evitar muitos erros sérios . . . se os filhos aceitarem ser guiados por seus pais!
Filhos, obedecei a vossos pais!


O apóstolo Paulo afirmou que os filhos têm responsabilidade em obedecer a seus pais. Ele escreveu aos efésios, "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo" (Efésios 6:1). É interessante que Paulo não escreveu, "Pais, façam com que vossos filhos vos obedeçam." Naturalmente os pais são responsáveis por ensinar e corrigir seus filhos, mas Paulo dirigiu-se aos filhos e colocou sobre eles a responsabilidade por obedecer a seus pais. É certamente verdade que esses pais têm que instruir seu filhos a seguir a trilha da justiça, mas os filhos não são robôs. Eles também têm uma vontade e podem resolver não aceitar a disciplina de seus pais. Assim, o apóstolo Paulo mandou que os filhos se submetam à vontade de seus pais.


Os filhos têm que obedecer a ambos os pais. Freqüentemente os filhos obedecem ao pai que é mais provável que os castiguem e desatendem as instruções do outro! A palavra que é traduzida "pais" em Efésios 6:1 é uma palavra geral que inclui ambos, mãe e pai. Os primeiros nove capítulos do livro de Provérbios foram escritos como se um pai estivesse escrevendo ao seu filho. O autor começa seu conselho a seu filho com o seguinte: "Filho meu, ouve o ensino do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço" (Provérbios 1:8-9). Observe que o filho precisa seguir a instrução de ambos, pai e mãe.


Aos colossenses, Paulo escreveu a respeito do alcance desta obediência dos filhos: "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor" (Colossenses 3:20). O filhos deverão obedecer a seus pais quer entendam ou não a razão da ordem dos pais, quer concordem e gostem ou não da ordem dos pais. A verdadeira prova de obediência é quando nos é mandado fazer alguma coisa contra nossas inclinações ou vontade.


Observamos que Paulo escreveu aos efésios que os filhos deveriam obedecer a seus pais "no Senhor." A frase "no Senhor" deveria estar ligada com "obedecer" antes que com a palavra "pais." Paulo não estava sugerindo que os filhos deveriam obedecer a seus progenitores somente se seus pais e mães fossem cristãos (no Senhor") mas, que os filhos devem obedecer a seus pais enquanto tal obediência não conflite com seus deveres para com Cristo. Pedro exprimiu o mesmo princípio quando reprovado pelo Sinédrio judeu por pregar Jesus Cristo; "antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). "No Senhor" constitui a única limitação imposta à obediência de um filho.


Paulo escreveu que os filhos obedecerem "é justo" (Efésios 6:1). Aos colossenses ele escreveu que obedecer assim "é grato diante do Senhor" (3:20). Muitas pessoas, incluindo alguns pais, acreditam que a desobediência é uma coisa natural com os filhos e precisa ser tolerada pelos pais. Contudo, a Bíblia revela que Deus considera ser a desobediência pelos filhos uma coisa séria. 

O escritor de Provérbios oferece a seguinte dura advertência a quem desobedecer qualquer dos pais: "os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão e pelos pintãos da águia serão comidos" (Provérbios 30:17). O ponto do autor é claro: aqueles que desobedecem a seus pais sofrerão! Ainda que ninguém vivendo hoje em dia seja responsável por guardar a Lei de Moisés, suas instruções a respeito da desobediência e desrespeito filiais demonstram bem vivamente a atitude do Senhor. A penalidade aplicada a um filho desobediente e rebelde era a morte (Deuteronômio 21:18-21)! O filho que amaldiçoasse ou batesse em seu pai ou em sua mãe era morto por apedrejamento (Êxodo 21:15, 17; Levítico 20:9). Quando Paulo relacionou os vários pecados comuns entre os gentios, ele incluiu "desobedientes aos pais" (Romanos 1:30; veja também 2 Timóteo 3:2).
Filhos, honrai vossos pais!


Muitos países têm certas medalhas de honra para conferir àqueles cidadãos ou soldados que tenham desempenhado algum serviço meritório em favor de seu país. Os pais são pessoas que oferecem serviço especial dia após dia, tomando decisões e fazendo sacrifícios no melhor interesse de seus filhos. Muitos pais prefeririam a honra e o respeito de seus filhos a qualquer medalha de honra. As Escrituras, de fato, ordenam aos filhos que honrem seus pais. O apóstolo Paulo escreveu: "Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6:2-3).


Qual é a diferença entre obedecer e honrar nossos pais? O que está envolvido com honrar pai e mãe? Honrar, como a palavra grega sugere, significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima. Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tem por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente ... por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.


Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. Os escritor de Provérbios aconselhou: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23:22). Os filhos honram a seus pais ajudando-os naquelas tarefas do lar que têm que ser feitas diariamente.


Jesus ensinou que honrar os pais envolvia apoio financeiro em casos de necessidade. Os fariseus criticaram os discípulos de Jesus porque eles não lavavam as suas mãos antes de comer, como exigia a tradição dos antigos. Jesus respondeu observando que os fariseus, eles próprios, invalidavam os mandamentos de Deus de modo a manter suas próprias tradições (Marcos 7:1-8). 

Com exemplo de sua prática, Jesus citou da Lei de Moisés o mandamento para honrar pai e mãe. 

Ele observou que os fariseus tinham concebido a tradição pela qual invalidavam este mandamento. Os fariseus ensinavam que um homem poderia declarar como "Corbã" parte dos seus bens com os quais deveriam ajudar seus pais. "Corbã" significava que aqueles bens estavam dedicados ao Senhor e, assim, "santificados," não podiam ser usados para sustentar seus pais. A pior parte desta tradição era que o homem que assim declarasse seus bens como "Corbã" poderia ficar com estes bens e usá-los para si! É fácil de ver que o ponto desta tradição era simplesmente evitar a responsabilidade de uma pessoa para com pai e mãe. A reprovação de 
Jesus ilustra claramente que a responsabilidade por honrar pai e mãe também incluía assistência financeira quando necessitada.


Escrevendo a Timóteo, Paulo também ressaltou a responsabilidade dos filhos em cuidar de seus pais idosos. Falando da igreja ajudar as viúvas, ele instruiu: "Honra as viúvas verdadeiramente viúvas. Mas se alguma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam primeiro a exercer piedade para com a própria casa e a recompensar a seus progenitores, pois isto é aceitável diante de Deus ... ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente" (1 Timóteo 5:3-4, 8). Nesta passagem, Paulo usou a palavra "honrar" no sentido de auxílio financeiro (veja o versículo 16). Ao mesmo tempo, ele asseverou claramente o dever dos filhos de ajudar ("honrar") seus pais. Tal auxílio é também uma forma de compensação pelo que os pais fizeram por seus filhos. A importância desta responsabilidade é vista na afirmação de Paulo que o crente que não cuida dos membros de sua própria família negou a fé. É evidente que as responsabilidade de um jovem para com pai e mãe não termina quando ele sai de casa. Em conclusão, é impossível servir a Deus aceitavelmente enquanto se negligencia os próprios pais! Não se pode honrar a Deus enquanto se recusa a obedecer Seus mandamentos, incluindo o dever de honrar seus pais.


O Plano de Deus é Melhor
Jesus, nosso grande exemplo, foi submisso a seus pais. Ainda que Ele fosse a Divindade em carne, ele seguia o plano de Deus para a família (Lucas 2:51). Deus estabeleceu seu plano para nossas famílias porque ele deseja nossa felicidade e sabe que tipo de relações são mais satisfatórias e mais recompensadoras para nós. Quando a vontade de Deus é negligenciada, resultam a aflição e a miséria. É verdade geral que os filhos que obedecem e honram seus pais vivem mais, têm vidas mais felizes e, mais importante, estão agradando a Deus!                                                 Fonte- Família em Foco

A Fé dos Pais Não Garante a Fé dos Filhos


Quando o apóstolo Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. 


Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).
A biologia não sela qualquer maldição nem garante qualquer bênção. Isto é um aviso contra o desespero de ser nascido em uma família pagã e contra a presunção de possuir pais crentes.
Mas, o sangue de Cristo não comprou nenhum privilégio para os filhos dos crentes? O sangue de Cristo não uniu as famílias através das gerações? O que você diz sobre Atos 2.39: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, Isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”? E o que acha de Salmos 103.17-18: “Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem”? E o que você diz sobre Êxodo 20.5-6: “Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.
Sim, Cristo adquiriu privilégios para os filhos dos crentes. Mas não garantiu a salvação deles. Estas três passagens bíblicas deixam claro que as bênçãos que virão às futuras gerações de crentes alcançarão apenas aqueles que são chamados por Deus (Atos 2.39), que guardam a sua aliança (Salmos 103.18) e que O amam (Êxodo 20.6). Todos os filhos dos crentes amam a Deus e guardam a aliança com Ele, pela fé em Cristo? Não. Na Bíblia, há muitos exemplos de crentes cujos filhos não creram, e esses exemplos nos mostram que a fé dos pais não garante a fé dos filhos.
Um dos aspectos vitais do processo de transmitir nossa fé a nossos filhos é o de ensinar a orar. Hebreus 4.16 nos lembra que os cristãos podem acudir “confiadamente ao trono da graça a fim de sermos socorridos no momento oportuno”. É muito importante que os filhos aprendam que eles também podem buscar seu Criador, nosso amoroso Pai, que está sempre disposto a ajudá-los e fortalecê-los. Deus deseja que nossos filhos se relacionem com Ele por meio da oração e do estudo da Palavra.
Deus afirma em Jeremias 32.39: “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos”. 
Este bem não é a garantia da fé, e sim o dom da Palavra de Deus (Deuteronômio 6.6-7), a restrição sob a disciplina orientada por Deus (Efésios 6.4), a demonstração do amor de Deus (Colossenses 3.21) e o poder da oração (Jó 1.5).
 Deus resolveu agir por intermédio desses instrumentos para a salvação dos filhos dos crentes.
                                                Sérgio Leitão

A Armadilha da Tolerância

A armadilha da tolerânciaUma das atitudes mais nobres do ser humano é amar seu semelhante e ser tolerante em relação às suas imperfeições. Devido à nossa natureza falha, é isso que esperamos das pessoas, principalmente daquelas com quem temos laços mais estreitos. Sentimo-nos tristes e humilhados se somos apontados ou ridicularizados. Desejamos que as pessoas gostem de nós e não exijam aquilo que não conseguimos ser ou dar.

Por outro lado, a tolerância pode deixar de ser um traço de um caráter nobre e passar a ser um sinal de falta de firmeza e de constância. Isso acontece quando a pessoa deixa suas próprias convicções e valores elevados de lado para apoiar ideais e condutas contradizentes àquilo que acredita.

Essa permissividade tem virado moda ultimamente. Para não perder eleitores, amigos, empregos, clientes e adeptos – muitos políticos, empregados, empresários, negociantes, líderes eclesiásticos, entre outras pessoas, nas mais variadas funções na sociedade, têm sido bastante complacentes com certos "ideais" em nome da tolerância. Elas pensam que para apoiar uma pessoa é preciso apoiar a sua causa.

O que fazer, então, para não ser tachado preconceituoso e intolerante, e, ao mesmo tempo, manter as convicções pessoais? Veja a seguir:

Saber separar as coisas.
Saiba que você não precisa abraçar uma causa, com a qual não simpatiza, para demonstrar amor e respeito pelas pessoas. Tente separar as pessoas de suas ideias.

Para não criar nenhum tipo de animosidade, deixe claro às pessoas que sua posição não é nada pessoal, mas refere-se à ideia em si.

Aprenda a amar as pessoas, a despeito de sua visão sobre a vida.
Quando eu era vendedora em uma loja de Shopping, eu tinha um supergerente e vários colegas muito legais. Conversávamos sobre vários assuntos, ríamos e nos divertíamos juntos. Era um ótimo ambiente de trabalho. Mas eles sabiam que eu não gostava de participar de certas conversas e não apoiava algumas de suas causas.

No início, eles me estranhavam por ser "diferente". Às vezes, faziam piadinhas a meu respeito, mas sempre levei numa boa. Com o passar do tempo, eles aprenderam a me respeitar, pois eu jamais os tratei diferente por pensar diferente.

Eles sabiam a minha posição sobre drogas, fornicação e homossexualidade. Apesar disso, sempre nos demos muito bem. Eu gostava deles e eles gostavam de mim. E não deixamos que as visões particulares que tínhamos sobre a vida atrapalhassem nossa amizade.

Respeite para ser respeitado.
Nenhum estandarte que empunhamos com orgulho, por mais nobre que seja, dá-nos o direito de menosprezar as pessoas com convicções contrárias ou diferentes das nossas. Precisamos aprender a respeitar as pessoas, se quisermos ser respeitados.

Não podemos considerar o pecado com o mínimo grau de tolerância.
No episódio da mulher pega em adultério, quando todos estavam a postos para apedrejá-la, Cristo ensinou-lhes uma grande lição, ao dizer: "Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela." (João 8:7). E antes que a mulher se fosse, Ele fez questão de admoestá-la: "Vai-te, e não peques mais." (v.11)

Conseguem entender a diferença? Cristo não evidenciou as pessoas pecadoras, mas os pecados que cometiam. Embora sempre tenha demonstrado o quando amava o pecador, Cristo jamais demonstrou a mínima tolerância em relação ao pecado. É assim que Ele espera que nos comportemos: que amemos o pecador e tenhamos aversão ao pecado.

Demonstre firmeza de caráter.
Não seja como um barco sem âncora em alto-mar, sendo arremessado de um lado para o outro pelas ondas de ideias de todos os tipos. Lance sua âncora e firme-se em alguma coisa. De preferência, defenda o que é certo. Recebemos a Luz de Cristo, ou consciência, ao nascer para nos ajudar a discernir entre o certo e o errado. Utilize-se dessa dádiva para decidir o que defender.

Pessoas firmes em suas convicções são admiradas, mesmo por quem pensa diferente. Por outro lado, pessoas que se deixam levar facilmente passam um atestado de fraqueza e acabam perdendo o respeito das outras pessoas.

Finalizo com as sábias palavras de Boyd K. Packer: "A tolerância é uma virtude, mas, como todas as virtudes, quando exagerada se transforma em mal. Precisamos tomar cuidado com a “armadilha da tolerância” para não sermos tragados por ela. A permissividade possibilitada pelo enfraquecimento de leis do país que toleram atos legalizados de imoralidade não diminui a grave consequência espiritual resultante da violação da lei da castidade dada por Deus."

A importância que damos ao nosso casamento é diretamente proporcional à felicidade no amor

A importância que damos ao nosso casamento é diretamente proporcional à felicidade no amor"Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração."(Mateus 6:21).

Quais são as coisas mais importantes da sua vida? Responder a essa pergunta parece fácil, porém, em uma análise mais cuidadosa percebemos que a maioria das respostas representa o ideal e não a realidade.

Muitos dizem que, o mais importante é a família, mas dedicam tempo demais ao trabalho e justificam-se dizendo que trabalham para a família, ora, afinal precisa-se de dinheiro para sobreviver. Outros dizem que, o seu casamento é o mais importante, mas pouco se dedicam ao seu cônjuge.

Quando consideramos algo realmente valioso nossa atitude é cuidar, zelar, proteger e colocá-lo em um lugar de real destaque. Assim como dizem as sábias palavras bíblicas, onde estiver nosso tesouro estará nosso coração.

Os casamentos mais felizes são aqueles em que ambos os cônjuges, o estimam a tal ponto de considerarem como um tesouro valioso. Verdadeiramente colocam seu coração em seu casamento.

Esse tipo de relacionamento matrimonial é possível para aqueles que reconhecem o quanto o casamento pode ser uma fonte inesgotável de alegria e autorrealização.

Élder L. Whitney Clayton (líder religioso) considera o seguinte a respeito de cônjuges que consideram seu casamento de inestimável valor:

"[Marido e mulher] sabem que nenhum outro relacionamento de qualquer espécie pode proporcionar tanta alegria, gerar tantas coisas boas ou produzir tamanho refinamento pessoal."

Reconhecer o potencial do matrimônio é o primeiro passo para valorizá-lo devidamente. O que vemos se proliferar no mundo hoje são ideias contrárias ao casamento de base legal e espiritual, uma banalização de algo tão sublime e sagrado e um descomprometimento para com o outro. O efeito disso, maior número de divórcios em 20 anos, lares desfeitos, filhos que sofrem, às vezes, brigas e conflitos. Não precisa ser assim, o amor que uniu um casal não precisa acabar, desde que, esse amor, seja valorizado e colocado em um lugar de destaque na vida de ambos os cônjuges.

Há certa frase, de autor desconhecido, que diz: "Aqueles que se casam para ser feliz, já estão fadados ao fracasso. O sucesso no casamento consiste em fazer o outro feliz." 

Se ambos os cônjuges valorizarem seu casamento a ponto de o considerarem um tesouro valioso, e essa consideração refletir através de suas atitudes, não haverá nada capaz de destruir esse laço de amor e felicidade.

Metodos Infalives para NÃO Alimentar o Ciumes

Métodos infalíveis para não alimentar os ciúmesMuitas vezes, controlar o ciúme é um grande dilema? Você sabe que anda descontrolado e falando milhões de besteiras por causa do ciúmes? Então, é hora de refletir melhor sobre suas ações.

O ciúme é muito prejudicial tanto para o relacionamento como para quem o sente. Ele faz com que a pessoa tenha uma visão distorcida da verdade, manipula a mente a ver coisas que não existem e tudo isso acaba gerando sérios conflitos, desestruturando uma relação estável e trazendo muitas mágoas.

O ciumento não pode ver o cônjuge, namorado ou noivo cumprimentar alguém com um simples "bom dia" que já fica desconfiado. Acha que a situação não foi apenas por educação e sim que existe algo além, um flerte ou uma segunda intenção. Se sorrir para alguém do sexo oposto é porque está com algum tipo de envolvimento e uma história começa a ser alimentada, tudo isto é claro, deixa o outro incomodado. O pior é que as brigas começam a acontecer todo dia e em todo lugar, deixando o companheiro magoado.

Segue abaixo algumas dicas aos ciumentos e ciumentas para livrarem-se de pensamentos negativos a respeito de seu companheiro. É claro que vai ser preciso muito esforço! Vamos lá!

• Minhocas na cabeça. Elimine as minhocas da cabeça! Não aceite que maus pensamentos a respeito do outro tome conta da sua vida. Não se deixe alimentar por falsas suspeitas. O ciúme não tem o poder de lhe controlar, você é que tem poder de controlá-lo! Não aceite pensar em bobagens, mude de pensamento quando algo surgir em sua mente de forma controladora e negativa. Pense em coisas boas como, por exemplo, todas as qualidades que o outro tem, todas as vezes que fez algo por você, releia as mensagens de declarações de amor, veja as fotos e convide-o a participar deste momento. Peça ajuda para juntos montarem um mural do amor, desde o início do namoro até agora.

• Não dê ouvidos. Não escute pessoas que lhe induzem a pensar negativo. Como frases do tipo: "Homem é tudo igual", "Ele está te traindo, todo mundo faz isso!", "Não acredite nele!". Comentários deste tipo devem ser deletados! Seja sábio e não se deixe levar pelo que os outros pensam, se estão juntos é porque existe algo importante entre vocês e para cada um, o carinho, a amizade, o amor e o companheirismo. Não deixe que as pessoas digam como você deve pensar e agir, lembre sempre de tudo de bom que vocês tem em comum.

• Parar de comparar. Não fique comparando. Se tiver esta mania pode ir parando, comparar é diminuir o outro a menos ou a nada! Cada um tem seu jeito especial de ser, sua história, seu carisma... Não torne a convivência da relação penosa e desgastante. Ninguém gosta de ser comparado, a não ser que seja de forma positiva! Ao invés de menosprezar, mude de atitude e diga: "Você tem esse jeito carinhoso e especial igual ao meu irmão..."

• Livre-se do ciúme. Livre-se de TUDO que lhe faça mal. Se for preciso mudar muitas coisas tenha a determinação de fazê-lo, mas não desista da sua felicidade.

• Exercite a confiança. Confie em você mesmo. Ao invés de cultivar discórdia, nutra carinho, seja essa pessoa incomparável cheia de carinho e afeto. Se caso algum dia houve traição da parte do outro e este mostrou arrependimento sincero, perdoe e siga em frente. Esqueça o que passou e dê seu voto de confiança novamente.

• Controle a raiva. É fácil sentir raiva e se descontrolar por qualquer motivo que nos perturbe, mas se você controlar sua raiva vai conseguir vencer suas próprias dificuldades.

• Coloque-se no lugar do outro. Imagine que seja você que recebe a carga desse ciúme todo, que ouve todas as reclamações por parte do outro e que é acusado diariamente. Visualize isso, como se sente? No mínimo injustiçado. Então, avalie suas próprias atitudes.

• Não aja por impulso. Não aja pela situação que "aparenta". Tenha equilíbrio emocional, tente não sair falando tudo que vem na mente, pare... Respire... Pondere. Aja com a razão, não com a emoção.

• Ocupe seu tempo. Ao invés de ficar mexendo, vasculhando na carteira, agenda, pasta, gaveta ou bolsos do seu companheiro, faça algo produtivo. Ocupe a mente e seu tempo com outras coisas das quais gosta, em vez de ficar buscando confusão. Chame-o para dançar, jantar ou assistir um filme.

• Capriche. Quer se sentir bonito? Chamar a atenção do seu companheiro? Então, acho que é dia de arrumar os cabelos, comprar um lindo vestido ou aquela camisa social linda, fazer um novo corte de cabelo e irradiar beleza.

A Audição e a Fala no Casamento



Este será o terceiro tópico que escrevo sobre o tema da comunicação no casamento. Estou preocupado porque tenho visto, tanto no consultório quanto entre as pessoas com quem convivo, que muitos casamentos passam por situações muito difíceis e complicadas porque as pessoas não tomam tempo para esclarecerem e conversarem entre si. Muitas coisas ficam no diz que se diz, e nada chega ao final, nada se compreende. E os casais vão criando imensas barreiras, que vão separando as duas pessoas. Quero propor no presente artigo uma reflexão sobre o que se necessita para ser um bom ouvinte no casamento, e também para saber como lidar com temas difíceis.

A primeira coisa que preciso deixar clara aqui é que muitas pessoas, no casamento, não percebem, mas sempre procuram discutir a relação quando se encontram irritadas, nervosas ou frustradas com alguma coisa. Quando as coisas estão indo bem, ninguém se lembra de conversar sobre as questões complicadas. Na verdade, ninguém gosta de falar sobre coisas difíceis, quando estão os dois em um clima de romance e paixão. Pois bem, não é que toda a vez que vocês estiverem muito bem entre si vocês devem procurar discutir assuntos sérios. É que vocês devem procurar sempre conversar claramente sobre todos os assuntos. E ter paciência e calma para lidarem com os assuntos mais complicados. Muitas pessoas não gostam de falar de assuntos sérios, e no último artigo que escrevi, comentei sobre quatro atitudes que prejudicam a comunicação séria.

Agora, quero propor para vocês três características da boa comunicação, e quatro maneiras para falar sobre tudo sem magoar a outra pessoa.


Bases da Boa Comunicação

Uma coisa que precisa ficar clara ao discutirmos a comunicação no casamento é que uma boa comunicação depende mais de quem você do que daquilo que você faz. Se você tem sido uma pessoa boa, que demonstra seu amor para com seu cônjuge, pode ter certeza de que ele/ela estará melhor preparado para lidar com as questões difíceis. No entanto, se você permite que as coisas sigam mais distantes emocionalmente, se você não demonstra seu amor para com a pessoa com quem se casou, pode ter certeza de que ele/ela será bem pouco tolerante com qualquer tipo de reclamação que você tiver para com ele/ela. Portanto, saiba que se você quiser ter uma boa comunicação, comece a ser uma pessoa que ama e que demonstra esse amor. Antes de se preocupar com o que fazer quanto ao outro, você precisa pensar no que pode fazer para melhorar a você mesmo.

Esse é o grande ponto: ninguém consegue mudar a outra pessoa. Você pode reclamar quanto puder, mas nunca será capaz de mudar nada na outra pessoa. Por outro lado, se você quiser que o outro mude, seja uma pessoa diferente. Talvez, quando seu cônjuge vir em você que as coisas são diferentes, que você agora tem outra prioridade, com certeza ele/ela terá disposição de também ser uma pessoa diferente.

Agora, para ter uma boa comunicação, em primeiro lugar, você precisa desenvolver a cordialidade. Por cordialidade quero dizer você ser capaz de aceitar o defeito da outra pessoa porque você consegue se concentrar nas qualidades. Quantas e quantas pessoas costumam ignorar tudo de bom que seus maridos/esposas fazem, e vivem reclamando de seus pequenos defeitos. Eles não percebem que suas atitudes são destruidoras. A outra pessoa não sente a menor vontade de também ser gentil e educada. Para ele/ela, não adianta o que for feito, você sempre falará dos defeitos. Por isso, não estão interessados em mudar. Para evitar isso, concentre-se nas qualidades de seu cônjuge. Eu costumo falar para pessoas que reclamam desse tipo de coisa, que escolham o defeito que aparentemente está impossível de se conviver, e decidam que qualidade que apreciam muito na outra pessoa gostariam de perder, para que esse defeito fosse resolvido. Em geral, as pessoas reconhecem que seus cônjuges têm qualidades boas demais para serem desprezadas. Concentre-se nisso.

A segunda característica muito importante é a sinceridade. A sinceridade é o que pode ajudar o casal a aumentar a confiança um no outro. Sem sinceridade, sem a certeza de que o marido ou a esposa estão falando a verdade, nada mais resta no casamento. Ou você decide ser sincero, e não esconder nada, ou se prepare para o fim de seu casamento.

Um terceiro aspecto é a empatia. Quando a outra pessoa fala, não seja pronto a julgar e a interpretar as coisas de acordo com o que você ouviu. Tente se concentrar naquilo que não está sendo dito, nos sentimentos que motivaram a pessoa a falar com falou. Saiba que essa é a maneira de melhor saber o que a outra pessoa quer dizer: tentando entender o que ela está pensando e sentindo, e não apenas o que disse.

Regras para uma boa comunicação

Em primeiro lugar, use a palavra EU ao invés de VOCÊ. Quando estamos irritados, queremos que a outra pessoa veja o quanto ela está nos fazendo mal. E por isso, começamos a listar todas as críticas e defeitos que vemos nele/nela. Só que fazendo isso, estamos apenas contribuindo para que a briga entre o casal aumente. Por isso, quando quiser tratar de algum assunto complicado, não acuse o outro, mas fale de como você está se sentindo, como está magoado(a), e de como queria que as coisas fossem diferente. Tire o foco da outra pessoa, e fale mais de você.

Outra coisa é confirmar que realmente escutou. Em geral, quando estamos lidando com um problema a dois, o cônjuge não ouve o que queremos dizer, mas enquanto estamos falando, ele/ela já está preparando a resposta que vai dar. Para evitar esse tipo de atalho na discussão, confirme com a outra pessoa realmente o que ele/ela quis dizer, e não apenas o que realmente falou.

Além disso, reconheça que homens e mulheres lidam com as coisas de maneira diferente. Homens e mulheres não são iguais. Não adianta, cada um pensa e age de maneira diferente. Temos percepções da vida de maneira diferente, por isso, aquilo que pode ser muito importante para uma pessoa, pode ser completamente fútil para outra. Precisamos lembrar que por sermos diferentes, pode ser que aquilo que para nós parece sem importância, para a outra pessoa pode ser muito delicado. Precisamos pensar primeiro na outra pessoa.

Em acréscimo, lembre-se de pedir desculpas, se necessário. Se for necessário, não deixe de se desculpar por algo que você tenha dito ou feito. Pode ser que um de vocês dois tenha ficado muito magoado com o jeito ou as palavras usadas. Por isso, não seja tão cheio de si a ponto de não se desculpar. Se magoou a outra pessoa, o perdão é o primeiro passo para superar as dificuldades da comunicação.

Por fim, comunique-se por meio do toque. Não fique apenas nas palavras. Há momentos em que é extremamente importante um abraço, um toque de carinho nas costas, no braço, no rosto. Isso sem qualquer intenção sexual. Apenas toque, para mostrar que você está presente, e está pronto(a) para qualquer coisa que fizer.

Seguir essas dicas não significa que tudo o mais em sua vida vai ser tranquilo, que nunca mais vocês terão qualquer tipo de discussão. Apenas indica que agora, nos momentos de confronto verbal, você vai começar a usar outro tipo de abordagem. Você vai começar a se preocupar mais com o outro e menos com você mesmo. E, provavelmente, você poderá resolver as questões difíceis sem fazer com que cada um de vocês vá para um lado da casa, chateado.

Que Deus abençoe sua família,

Osmar Reis Junior

ATÉ QUE AS DIVIDAS NOS SEPARE

O casamento é a idealização de todo casal de namorados que estão apaixonados, pois nele está o ápice de um relacionamento, de entrega e da dedicação. Constrói-se uma fantasia que não haverá problemas, pois o amor suprirá todas as necessidades (I Coríntios 13:4-8). Então, o passo mais importante é realizado: o enlace matrimonial dos noivos, o “sim” mais importante da vida de ambos, que prometem estar unidos até que a morte os separe.

Com o passar do tempo, a realidade inicia um processo de desconstrução do plano perfeito da imaginação, pois o alto nível desta aliança requer um grau de responsabilidade a sua altura, a qual, muitas vezes, os recém-casados ainda não possuem (e, infelizmente, muitos casais, mesmo com anos de matrimônio, ainda não adquiriram).

Passada a lua de mel, começam a chegar, como um torpedo, as contas a pagar: aluguel, água, luz, telefone, impostos, financiamentos, cartão de crédito, além de gastos com supermercado, vestuário, calçado, farmácia, etc. Neste momento, o tratamento dispensado ao dinheiro é fundamental, pois este é um fator sobrepujante, de peso substancial ao rumo do casamento.

Se ambos tiverem ciência de suas responsabilidades e souberem administrar bem aquilo que ganham, certamente poderão desfrutar de um relacionamento sadio e prazeroso. Senão, o horizonte projetado não é tão animador.

Pesquisas revelam que, no Brasil, de cada quatro divórcios, dois foram provocados por problemas financeiros. Logo, vemos que esta questão num relacionamento é de grande valia.

Por carência de uma educação financeira, os casais tendem a refletir em sua administração doméstica os hábitos e costumes que herdaram de seus pais, os quais, muitas vezes, não maximizam a utilidade do dinheiro. Se o salário não dá, entram pela porta da facilidade do cartão de crédito, do cheque especial, do financiamento, simplesmente para satisfazer desejos obsoletos ou adiantarem compras necessárias ao futuro. É a famosa máxima: “O importante é comprar, depois se vê como será pago. Aliás, temos um padrão de vida e devemos sustentá-lo. É a nossa honra”.

Assim, logo se esquecem que, num curto espaço de tempo, as contas e os juros escorchantes baterão na porta de sua casa de modo implacável. O princípio de gastar menos do que se ganha não tem validade. “Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar” (Lucas 14:28-30).

Diante disso, é que os dardos inflamados do maligno são lançados. Marido e mulher já não possuem aquela mesma harmonia de antes, pois as dívidas trazem um peso que consome suas forças, palco ideal para a construção de intrigas e discussões inflamadas. O amor vai se desgastando. Não há lugar mais para o carinho e o príncipe encantado vira sapo.

Lazer? Flores à esposa? Um final de semana na praia? Um jantar romântico? Nem pensar, pois o dinheiro mal dá para fazer as compras do mês.

Dentro desta perspectiva, vemos que o dinheiro, se utilizado de modo irregular, é um elemento que desvirtua o sentido do matrimônio. Por isso, é fundamental saber administrá-lo com sabedoria e inteligência.

Inicialmente, todo casal deve ter um orçamento, por escrito num caderno ou numa planilha do Excel, por exemplo, que deve conter os rendimentos totais da família e todas as despesas necessárias (fixas) e supérfluas (variáveis). É importante anotar também todos os gastos diários (todos mesmos, por exemplo: compra de doces, doação a pedintes, moeda perdida), pois esses dados permitirão um mapeamento detalhado de como está sendo gasto o dinheiro. Pode parecer estranho, por não ser um hábito de nossa cultura, mas este ato revelará o perfil do casal no tocante às finanças, essencial para se tomar às medidas preventivas à contenção do desmoronamento matrimonial.

Mas tenho tantas contas a pagar. O que devo dar prioridade? Seu foco central deve ser suprir os gastos fundamentais à sua família. Não adiantar pagar o carnê das Casas Bahia e deixar que o fornecimento de energia elétrica a sua casa seja interrompido ou que não haja alimento suficiente ao mês.

Feito isto, dê prioridade ao pagamento de contas que possuem juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Negocie ao máximo com seus credores. Nunca aceite a primeira negociação. Peça prazos mais estendidos para o pagamento. Mas não se esqueça: não deixe que este valor extrapole seu orçamento mensal. Não adianta querer negociar todas as contas de uma vez, se sua renda não permite. Não queira buscar empréstimos, pois não será a solução, pelo contrário, só aumentarão suas dívidas Tenha ciência de situação de endividamento (mas não de maneira passiva!).

Procure meios de aumentar sua renda de modo a não prejudicar o relacionamento e, se possível, envolvendo toda a família.

Aprenda que todas as decisões financeiras devem ser pautadas e adequadas ao orçamento familiar.

Daniel Cerbasi, em seu livro: “Dinheiro, os segredos de quem tem”, ilustra a prioridade do casal em relação ao seu dinheiro com três baldes: Balde da segurança, Balde dos investimentos e Balde do luxo, respectivamente. O balde da segurança reflete os gastos prioritários à manutenção de sua família, por exemplo: Contas de água, luz, telefone, alimentação, educação, lazer, dízimo à igreja, etc. O segundo refere-se a destinação do dinheiro que sobrou do primeiro balde em aplicações financeiras como renda fixa, ações, caderneta de poupança, visando o aumento da riqueza e garantia do futuro. Já o terceiro, quando ainda se tem dinheiro sobrando do segundo balde, reflete a realização de gastos extras com roupas de grifes, perfumes caros, restaurantes de luxo, etc.

A seqüência dos baldes deve ser seguida. Não queira inverter a ordem, pois isso acarretará em grandes prejuízos.


No Amor de Jesus,

Caio César Vieira de Araújo

É Simples: Coloque-se no Lugar do Outro




Se você estivesse na situação do seu cônjuge, você gostaria que DEUS a (o) abandonasse, tirasse os olhos de você e dissesse que não haveria mais esperança de sua salvação?Se você estivesse do outro lado, escravo do pecado da mentira, do adultério, encarcerado nas algemas da prostituição, gostaria que nenhum irmão orasse por você e que a igreja de CRISTO,         aqui na terra, a (o) repudiasse?

O que você mais desejaria, se estivesse no lugar do seu cônjuge opresso? Que não houvesse ninguém  para te amar verdadeiramente, pagar o preço em oração pela tua vida?

Pense nisso, antes de querer desistir da luta e de achar que o teu cônjuge não tem mais jeito, que realmente o teu casamento acabou.

É muito simples: quando você quiser fazer algum pré-julgamento a respeito da situação espiritual de determinada pessoa, basta que você se coloque no exato lugar em que ela se encontra. Assim, você conseguirá amá-la verdadeiramente, jamais desistindo da vida dela, até que o SENHOR DEUS lhe dê a Palavra final (restauração ou morte, pois, se DEUS foi fiel testemunha do seu casamento, te fez uma só carne com uma pessoa, ELE não quer que você viva todo o tempo longe dessa pessoa, nem, muito menos, que ambos se divorciem e se relacionem sexualmente com uma nova criatura – adultério).

Selma, uma irmã em CRISTO, residente em Brasília, Distrito Federal, casou-se com um homem, o qual veio a repudiá-la e a viver no deleite do mundo e do pecado. Selma, por três anos, orou pela vida do seu marido, de joelhos no chão, sempre buscando o SENHOR JESUS em primeiro lugar. Depois desse tempo, o marido dela foi assassinado por uma dívida de drogas de 10 Reais. Mas Selma fez a parte dela: não desistiu de orar e de olhar para JESUS, enquanto o marido estava vivo. Hoje está casada com um homem de DEUS e com uma família extremamente abençoada. Saber esperar pelo tempo e pela resposta de DEUS é uma das principais virtudes de um cristão. Desistir do cônjuge e do casamento, enquanto há esperança em CRISTO, é indício de dureza do coração e de desobediência a DEUS. Uma pessoa, que age assim, certamente não está com o ESPÍRITO SANTO, porque DEUS nunca desistiu nem desistirá de nossa vida, mesmo quando O desagradarmos.

Ore muito, tenha uma vida de profunda intimidade com o SENHOR DEUS e verás que não há nada impossível nem demasiadamente difícil para ELE realizar. Ore e espere. E verás a glória de DEUS na sua vida e na vida do seu cônjuge. Ao final, você verá que valeu a pena lutar.    Invista na sua família!

FERNANDO CÉSAR