Um Recado Para Você!

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Soluções para Problemas no Casamento

História Casamento Feliz? - História escrita por Jane_12 - Spirit ...Dificilmente um casamento resistirá a muito tempo se o casal não demonstrar interesse pela vida um do outro e não participar efetivamente.
Há problemas de relacionamento que, se não são bem resolvidos, podem detonar um casamento. Confira se você comete algum desses equívocos no seu relacionamento e leia as dicas da psicóloga Renata Lommez para evitar que esses tropeços ponham em risco o seu casamento.
Minha vó dizia: O casal não deve ir pra cama dormir sem antes resolver os problemas.
Hoje entendo a profundidade disso. Claro que às vezes é melhor dar um tempo e esfriar a cabeça mas sempre resolva o quanto antes para que um problema que a princípio seja simples de resolver se torne algo complicado. Vamos as dicas da psicóloga Júlia Lemos para evitar que esses tropeços ponham em risco o seu casamento.

1. INFIDELIDADE

Infidelidade ou Traição. Chame como quiser mas o fato é que compromete a base de uma relação que é a confiança. A traição é nada mais que uma mentira. Mentiu para o parceiro, ferrou. E a traição pode ser de várias maneiras. Quebra de acordo entre o casal, comprar algo escondido ou se relacionar com outra pessoa. Vamos ficar com o último tipo para falarmos um pouco mais.
Essa infidelidade atinge não somente a homens mas boa parte das mulheres também que no últimos anos vem numa crescente. Ou seja, a traição vem tanto de homens quanto das mulheres.
É preciso conscientização de que a vida de casado é diferente. Precisam se permitir amar e esquecer de uma vez por todas a vida de solteiro. O casamento é uma nova fase, que exige mudança total no comportamento. Se o casal não quer que a família tenha problemas, precisa adaptar a vida e ter atitudes mais responsáveis que façam crescer como um todo a família ou o casal. A solução então é aceitar as responsabilidade da vida de casal.

2. PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO

Na minha família, principalmente quando juntam os parentes, cada um tem uma opinião e dificilmente concordam entre si. O mesmo pode acontecer entre um casal. São pessoas diferentes, com educação diferente e até mesmo pode acontecer de terem sido criados em culturas diferentes.
Muito casais sabendo disso procuram evitar alguns temas sem perceber que estão se afastando quando evitam conversar sobre algum ponto que a princípio seja delicado ou contraditório para um dos lados. Grande erro! Com o tempo criam um abismo na relação.
Se isso acontecer, tente resgatar as afinidades. Conversem mais, tirem tempo para vocês, evitem discussões e tentem lembrar do tempo de namoro. Voltar a fazer atividades nas quais tinham prazer em fazer juntos pode ser uma boa saída. É preciso entender e aceitar o ponto de vista do outro com paciência e amor. Isso não significa perder a individualidade de cada um. É uma forma de respeitar. Lembre-se o casamento é para um apoiar o outro.

3. FALTA DE PARTICIPAÇÃO NA VIDA DO OUTRO

Pode chamar também de desinteresse. Dá um chacoalhão nessa pessoa kkkkk… .
Pra existir cumplicidade tem que participar. Conversar sobre o trabalho, projetos e até coisas pequenas da rotina do dia a dia.
Uma solução prática é passar a cultivar admiração pela pessoa. Tente achar alguma coisa que ela faz bem. Incentive ou apoie nas dificuldades. Se mostre preocupado e cultive um carinho especial em alguns momentos. Não seja forçado, faça de forma gradual mas faça. E se algo de errado, continue junto.

4. EXCESSO DE DISCUSSÕES

Já viu pessoas que por qualquer motivo, a conversa vira uma mesa redonda. Daqueles canais esportivos que muitas vezes acaba em discussão? Uma mínima divergência e pronto! Tá feito o inferno!
Geralmente brigas ocorrem porque nenhum dos lados está disposto a ceder. E quando a coisa esquenta, desaba uma tempestade de ressentimentos acumulados e a coisa fica pior. Não se ouvem e não se colocam no lugar do outro. Vira uma queda de braço.


A solução é perdoar. Zerar os problemas e recomeçar sem ressentimentos e NADA de ficar lembrando. É de verdade apertar o RESET. Começar do zero. Dessa vez tentando não brigar e se colocando no lugar do outro. Façam uma reavaliação com tranquilidade e procurem apontar os motivos que levaram vocês se comportarem dessa maneira. Quando houver isso e o perdão reinar, as coisas melhorarão e muito.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Um dia EU TE AMO... No outro TE ODEIO

P.S. Eu Te Amo: P.S. Eu te amo mais que te odeio....Com o tempo de relacionamento aprendemos a conviver com os defeitos do outro. Mas o que fazer quando nos sentimos sufocados?
No início da relação, geralmente estamos apaixonados e dificilmente enxergamos os defeitos dessa pessoa. Você gosta tanto que minimiza tudo o que pode haver de negativo. Os anos passam, e o vínculo se fortalece.
Há casais que, apesar desse forte vínculo, têm altos e baixos emocionais, e se sentem como se um dia estivessem apaixonados, como de costume, e no outro, entretanto, não querem nem falar com a pessoa. É normal sentir isso? Até que ponto esse sentimento pode prejudicar o relacionamento?
Alguns casais que começam com uma forte atração física, geralmente caem na rotina em pouco tempo. A aparência não é um ponto forte que faz com que perdure algum sentimento. É passageiro. Logo percebesse que não há muitas coisas em comum. O amor verdadeiro transcende isso. Tem mais a ver com empatia, paciência, bondade e entender o outro.
Sentir-se amado e respeitado é uma das melhores sensações que uma pessoa pode experimentar. E ainda digo que é a sensação que buscamos desde que nascemos. Se buscarmos a forma ideal de comunicação com nosso cônjuge, conseguiremos nos entender melhor e expressar essas opiniões e desavenças que estão nos atrapalhando como casal.
Pode acontecer de um dos dois estar passando por uma frustração pessoal (em relação ao emprego, por exemplo, ou a seus objetivos de vida pessoais) e isso leva a uma menor tolerância. Talvez, antes, ele não se importasse de você deixar seu sapato jogado; agora, ele fica repreendendo-a quando o encontra. Talvez ela não ficasse incomodada, antes, com a maneira de você organizar suas roupas no armário; agora, ela fica dizendo que você é desorganizado e nunca vai mudar.
Então, vem aquela sensação de “não o aguento mais”, “não a suporto mais”. Até certo ponto pode ser “normal”. Ou seja, se vocês estão atravessando esse platô no casamento, mas ainda nutrem amor e respeito um pelo outro, nem tudo está perdido. Tem casamentos que esse problemas vem bem mais cedo.
Se essa irritação que você sente por tudo o que ele diz, ou por tudo o que ela faz, tornou-se comum, então o problema é maior. A terapia de casais costuma ajudar muito. No entanto, a terapia individual é, muitas vezes, um caminho curto e eficaz para aliviar as tensões da relação do casal.
Algumas atitudes vindas de você o(a) ajudarão a identificar se o que você sente é temporário ou não. Veja se você se identifica com alguma delas:

Você não deseja fazer planos com seu cônjuje.

Nada de anima mais. Planejar um passeio, viagem ou até uma jantar não é algo empolgante mais.

Nada o surpreende, apenas o aborrece.

Você não fica animado com os passeios, com os presentes, muito menos com as conversas.

Sua casa já não é mais o melhor lugar do mundo.

Você procura estar mais longe do que perto. Você não quer ficar tanto tempo com seu cônjuje.

Você não tem nada de bom pra falar dela(e) para os outros

Você conta aos outros quais são as falhas, mas nunca as qualidades do cônjuge. Você sente necessidade de dizer a eles o quanto esse relacionamento está afetando você.

Você faz amor por compromisso, costume ou nem faz

Os encontros íntimos não são tão frequentes e sem motivação nenhuma – pelo menos da sua parte. Você lembra em como era bom antes.

Você fantasia com outra vida, com outra pessoa

Cada vez mais você pensa em como seria bom voltar à vida de antes, ou como seria bom se apaixonar novamente, mas por outra pessoa.
Se sentimentos dessa natureza o invadem com frequência, busque ajuda profissional se quiser salvar seu casamento. Em uma relação sempre há momentos de tensão intercalados com sentimentos agradáveis. O importante é identificar até que ponto eles afetam nossas vidas.
Se você realmente se importa com seu casamento, não deixe o tempo passar. Trabalhe lado a lado com seu marido ou mulher para resolver os problemas. A vida é uma só, não há tempo para viver remoendo tristezas.

Crise S I L E N C I O S A

Almas gêmeas existemPor que os casais se prendem em silêncio, e o que eles estão dizendo através de seu silêncio? Às vezes, pode ser um mero traço de personalidade, mas também pode ser um sintoma de algo muito mais significativo. Uma Crise Silenciosa
Leia para aprender como o silêncio pode ser tanto destrutivo quanto construtivo em um casamento, como decifrar entre os dois e como você e seu cônjuge podem entender melhor o temperamento um do outro.

Silêncio negativo

O  silêncio negativo às vezes pode estar relacionado ao quociente emocional de uma pessoa, que pergunta: como você lida com você e com os outros? Imagine se você não gosta da maneira como seu marido separa o cabelo dele, mas não consegue entender por que isso a incomoda e o força a ficar em silêncio; talvez te lembre como uma figura abusiva separou seu cabelo? Nesse caso, você se retira para o seu silêncio, mas não está disposto a se perguntar o que está contribuindo para esse silêncio. Sem essa autoconsciência, você não consegue lidar adequadamente com suas próprias emoções.
Existem vários cenários em que o silêncio pode ser altamente destrutivo – tanto para o relacionamento conjugal quanto para o parceiro silencioso.
Agressão passiva. O  silêncio às vezes pode ser um ato de hostilidade silenciosa, pois um dos cônjuges agirá como se eles estivessem cooperando, mas silenciosamente fará tudo o que puder para sabotar uma situação. Por exemplo, um dos cônjuges pode concordar que é uma boa ideia visitar os sogros no fim de semana, mas fica emburrado o tempo todo que eles estão visitando.
Segurança. Quando qualquer tipo de abuso – verbal, social, emocional, físico, sexual ou econômico – é temido, o silêncio pode ser usado como um amortecedor para a vítima. “O silêncio se torna seguro”, “para que a vítima pense que é melhor ficar quieto do que dizer algo que possa causar ira”.
Prevenção. Isso pode estar relacionado à agressão passiva, mas sem os sentimentos de hostilidade. É uma maneira de dizer que você não quer falar sobre o assunto, porque é desconfortável e não quer magoar os sentimentos de seu cônjuge, para evitar o assunto todos juntos. “Todos os casais fazem essa dança”, “e os casais mais velhos aprendem o que dizer e o que evitar. É uma maneira de minimizar brigas”. Ele acrescenta que, embora a prevenção silenciosa geralmente não seja uma forma saudável de comunicação, às vezes pode ser usada para evitar brigas por coisas mesquinhas que podem não ser necessariamente dignas de uma luta.
Paz a todo custo. Descrevemos isso como uma postura de co-dependência, acrescentando que é predominante quando um parceiro descobre que o outro cônjuge tem um hábito destrutivo, mas não sabe como resolver o problema em questão. “O cônjuge ‘inocente’ não está enfrentando o problema, permitindo assim que o cônjuge culpado não diga nada”, diz ele.

Negócio. Quando você e seu cônjuge se ocupam com o barulho de estarem hiperconectados – por exemplo, telefones, computadores e mídias sociais -, correm o risco de serem afastados do momento presente e enfrentar os problemas à sua frente. “O descanso do sábado é destinado a nos fazer parar e refletir sobre onde estamos em relação a nós mesmos, aos outros e ao mundo”. “Isso leva tempo e disciplina.”
Poder. Esta é uma forma de abuso emocional, manipulando a vítima para que se sinta como se tivesse feito algo errado. Por exemplo, o cônjuge silencioso dá a seu parceiro o ombro frio e espera até que o parceiro venha a convencê-lo a não gostar do humor. “É aqui que o silêncio obtém cooperação”.
Repetição Negativa. Ao insistir em suas circunstâncias infelizes,  advertemos que seu único foco será o que deu errado em sua vida. “Quando pensamos, estamos fazendo o resto do mundo girar à nossa volta e acreditamos que o mundo precisa fazer algo para nos fazer felizes”, diz ele. “Em vez de ver quais opções positivas você pode explorar com seu cônjuge, você prefere refletir sobre sua própria miséria. Isso pode levar à amargura, que é o câncer da alma.”


Use o silêncio sempre

Embora os exemplos acima tenham mostrado os aspectos negativos do silêncio em um relacionamento, compartilhamos cinco maneiras pelas quais você e seu cônjuge podem utilizar o silêncio para melhorar seu casamento e seu próprio bem-estar.
Em processamento. Em vez de reagir a uma situação, recomendamos que você pense silenciosamente sobre as coisas, para poder ver as circunstâncias de maneira mais objetiva. “Às vezes, nossa impulsividade pode nos trazer mais problemas do que o necessário”, diz ele.
Reflexão e empatia. “Quando duas pessoas se casam, geralmente é uma colisão de duas culturas”. Se um de vocês veio de uma educação de solidariedade familiar e o outro de uma família disfuncional ou abusiva, o cônjuge da família mais saudável terá dificuldade em entender o histórico familiar destrutivo do parceiro. “Por exemplo, se você tem uma frase que usa – como ‘Deus do céu’ – isso é apenas uma expressão simples, seu cônjuge deve ter ouvido isso do pai antes de vencê-los – ‘Deus do céu, isso me machuca mais do que você.’ Portanto, é importante ter paciência nesse contexto e entender que você pode precisar mudar suas palavras. “
Solidão. Há três pessoas em cada casamento: você, eu e nós. Sem ter tempo para a solidão e ficar de olho na sua saúde emocional, você corre o risco de esgotar-se, o que pode afetar o seu casamento. “Se as partes individuais não forem saudáveis, o coletivo ‘nós’ não será saudável”, diz ele.
Meditação. Cita o Salmo 46:10 – “Fique quieto e saiba que eu sou Deus” – como um mandato bíblico para usar o silêncio como um meio para a maturidade espiritual.
Prazer. Lembre-se de que estar na presença de seu cônjuge não significa necessariamente que você precisa ter conversas o tempo todo. “Não há problema em ficar sentado em silêncio e depois se conectar verbalmente mais tarde”.

Como identificar as duas formas de silêncio?

Como o silêncio pode ser usado de maneira construtiva e destrutiva em um relacionamento, como você decifra seu próprio comportamento? A comunicação sempre pode ser aprimorada com conversas honestas e ouvindo um ao outro. “Nossos cônjuges nem sempre precisam que consertemos seus problemas”, diz ele, “mas precisam que escutemos. Entenda que os estilos de comunicação são diferentes e aprenda a respeitar os padrões de comunicação uns dos outros”.
Outra maneira de entender melhor o silêncio de seu cônjuge é fazendo perguntas abertas; Recomendamos perguntar “o quê?” ao invés de “por quê?” “A pergunta ‘por quê?’ em um relacionamento, muitas vezes é sentida como um julgamento “, diz ele,” especialmente se estou me sentindo muito cru no meu silêncio. Se você me perguntar: ‘Por que eu fiz isso?’ Vou julgar que fiz algo errado. Em vez disso, pergunte: ‘O que você estava sentindo? ” Isso, ele diz, ajuda a entender o problema em vez de tentar explicar algo que seu cônjuge não entende necessariamente.
Davi Ortis

NAO EXISTE CASAMENTO PERFEITO

Casal de idosos recria álbum de casamento 70 anos depois ...“Qual é sua receita para um casamento duradouro e feliz?”
“Bem, eu lhe direi meu jovem”, falou vagarosamente o idoso esposo. “Sara foi a minha primeira e única namorada.
Quando ela pensou que devíamos nos casar, eu temi. Mas, depois do casamento o pai dela me chamou à parte, deu-me um pequeno pacote e me disse: ‘Aqui está tudo que você realmente precisa saber’ e isto era o que estava no pacotinho.” Tirou do bolso um relógio grande de ouro, abriu-o e mostrou ao repórter. Lá dentro, no vidro que ele deveria olhar dezenas de vezes ao dia, estava escrito: “Diga alguma coisa bonita à Sara”! Muito simples, mas deu resultado. (Happiness Walll to Walll, p. 16)
Eis cinco outros conselhos que podem melhorar nossa vida matrimonial e do lar, enfim, tendo-se em vista que não há casamentos perfeitos ou ideais, e nem casamentos modelos. Cada casal é diferente. A única coisa que cada matrimônio precisa fazer é satisfazer a duas pessoas: você e seu cônjuge.
1 – Não compare seu casamento com outros; trate-o como sendo um relacionamento todo singular; todos os casais têm problemas; seu modelo é Jesus.
2 – Analise os objetivos de seu casamento; faça-o periodicamente; estão sendo alcançados? Deve fazê-lo pelo menos uma vez ao ano: que necessita ser melhorado? Quais as áreas de atrito? Quanto tempo passam juntos?
3 – Converse com o outro; não basta estarem juntos; alguém disse que se não houvesse comerciais na TV, ninguém falaria com ninguém! Uma esposa se queixava ao pastor de que em casa não havia tempo para diálogo e que os problemas eram discutidos apuradamente nos intervalos dos programas de TV…
4 – Controlem juntos o dinheiro. Dizem que as maiores preocupações dos casais são: sexo, dinheiro e os sogros. O dinheiro do casal deve ser administrado pelos dois, de acordo com o que planejaram. O dinheiro é uma área de atrito muito sensível.
5 – Procure repetir as palavras bonitas e os agrados do tempo do namoro e noivado. Admire o penteado dela, a gravata dele, a comida, o trabalho… Se há conversão, há amor, atenção e felicidade. A repetição dos elogios mantém o romance. Digam que se amam e façam provas disto com um beijo sincero e amoroso!
Amai-vos de coração… ardentemente!
(Moysés S. Nigri)

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Nada Além das Quatro Paredes

Resultado de imagem para entre quatro paredes alma gemeasO relacionamento de um casal não deve ir além das quatro paredes. Ao erguer as quatro paredes para a vida sexual, o casal deve seguir estes padrões bíblicos: amor, abnegação, satisfação e respeito; essas quatro “paredes”, quando ligadas, formam o ambiente seguro para o relacionamento sexual de um casal.

A. Amor
O amor é a primeira parede de qualquer relacionamento. Ele nos leva a ter total interesse no bem-estar do próximo. Na conversa entre Deus e Abraão, sobre a destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 18.22-33), o Senhor declarou que seu amor pelos justos o levaria a poupar aquelas cidades. Já 1 Coríntios 13 nos mostra que o amor é uma inclinação em favor do outro. Um relacionamento amoroso se estabelece somente quando duas pessoas desejam e trabalham pelo bem um do outro; e isso deve ser aplicado no relacionamento sexual do casal: o interesse não é somente buscar o próprio prazer, mas também o do outro.
B. Abnegação
A abnegação é a marca do amor verdadeiro da igreja de Cristo. Paulo ressaltou isso ao falar da igreja de Tessalônica (1Ts 1.3), que mostrava abnegação ao apoiar os necessitados, ao abrir mão de parte de seus recursos pelo bem do outro.
Uma relação matrimonial que revele como deve ser a igreja do Senhor tem na abnegação um importante parâmetro. No relacionamento conjugal, ambos devem se entregar, abrindo mão de si mesmo pelo bem do outro. Amor e abnegação são paredes que, unidas, formam parte da estrutura de um lar. O amor nos move em direção do outro, em favor do outro; já a abnegação nos move para longe de nós mesmo. Tanto o amor como a abnegação foram demonstrados por Cristo (Fp 2.5-11).
C. Satisfação
Paulo demonstrou seu amor aos filipenses, mesmo diante de tantas pessoas que tornavam sua prisão ainda mais dura. Ele mostrou que seu desejo em permanecer era ver os frutos do evangelho na vida de seus irmãos. A satisfação de quem ama é a satisfação da pessoa amada.
Esse princípio também se aplica na vida conjugal. A terceira parede da intimidade do casal é a satisfação. O amor é uma ação em favor do outro. Quando amamos o nosso cônjuge o seu bem-estar é uma satisfação para nós.
D. Respeito
A quarta parede, o respeito, completa o fechamento correto da relação de um casal. Em tempos em que tanto se fala de fantasias e de coisas para “apimentar” a relação, devemos lembrar que a Palavra de Deus preza a honra do corpo. Antes de ser meio de prazer para um casal, o corpo é oferta a Deus (Rm 12.1).
O prazer e a satisfação do próprio corpo não devem ser o foco do ser humano. Antes de tudo, o corpo deve ser encarado como instrumento para serviço de Deus. Além da satisfação sexual do casal, Deus nos constituiu para seu serviço, por isso imprimiu-nos sua imagem e semelhança. O uso do corpo deve ser respeitoso, de modo que nem esposo, nem esposa, o usem indevidamente, sem objetivar a glória de Deus.
Infelizmente, diante de tanta perversão sexual, os crentes têm adotado formas grotescas de sexo, que desviam o propósito de Deus para nosso corpo. Para que um casal cristão não ceda à tentação de imitar o que a pornografia vende como sendo simples formas de se esquentar a relação é preciso haver respeito entre os cônjuges.

Sexo é importante e deve ser praticado dentro dos limites do matrimônio. Não deve ser usado como moeda de troca. Há uma forma bíblica para o romantismo e, para alcançá-la, o casal deve construir sua relação a partir de quatro pilares sólidos; são eles: o amor, a abnegação, a satisfação e o respeito.
O cristão deve ter cuidado com as inspirações, e as fontes de onde ele tira ideias para incrementar o relacionamento sexual. Além disso, ele deve enxergar o corpo, a relação sexual e a vida a dois como um serviço diante de Deus e não como uma simples forma de satisfação pessoal.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Relacionamentos são Dificeis... Mas amar seu Parceiro deve ser Facil.

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Relacionamentos não são fáceis.
Haverá dias ruins. Haverá mal-entendidos. Haverá lutas. Haverá olhares desagradáveis, olhos revirados e muitas vezes vocês irão dormir sem se quer dar boa noite.
Se você quer que seu relacionamento dure, então você não pode fugir ao primeiro sinal de problema. Você não pode desistir de sua pessoa porque ela te atrapalhou uma ou duas vezes.
Você tem que fazer compromissos. Você tem que pedir desculpas. Você tem que aceitar desculpas. Você tem que se comunicar. Você tem que se importar.

Relacionamentos precisam de esforço constante. Eles precisam de muito trabalho.

Mesmo que vocês dois sejam perfeitos um para o outro, ainda haverá desentendimentos. Mas quando você ama alguém de verdade, você vai puxar um cobertor sobre ele(a) depois que ele(a) adormecer no sofá, mesmo que ele(a) tenha acabado de gritar com você.
Você vai deixar a cama preparada, o cobertor no jeito e desligar todas as luzes da casa só pra quando ele(a) sair do chuveiro, o único trabalho que tenha que fazer seja deitar.
Mesmo quando você estiver chateado(a) com ele(a), você não vai querer vê-lo(a) chorar. Mesmo quando você estiver planejando dar um gelo nele(a), você ficará tentado(a) a escrever para ele(a) no meio do dia.
Mesmo quando você deveria estar irritado(a) com ele(a), ele(a) vai encontrar maneiras de fazer você rir novamente.

Quando você ama alguém de verdade, você não consegue ficar bravo(a) por muito tempo.

Trabalhar seus problemas parece ser a única opção. Perdê-lo(a) é a última coisa que você quer que aconteça. Você aprecia sua pessoa. Você valoriza sua pessoa. É por isso que você sempre faz as pazes com sua pessoa.
Haverá momentos em que você vai desejar estar sozinho(a), vai querer ficar em paz. Haverá momento em que você vai preferir estar em qualquer lugar do mundo, exceto na mesma sala que ele(a). Mas você nunca vai deixar de amá-lo(a). Você nunca vai esquecer o motivo pelo qual está com ela(a).

Você nunca duvidará da força de seus sentimentos.

Relacionamentos são difíceis — mas amar o seu parceiro deve ser fácil. Deve ser algo natural. Deve ser tão instintivo quanto respirar.
Você deve ser capaz de listar um milhão de razões pelas quais você o(a) ama. Você deve sentir-se explodindo de alegria no momento em que ele(a) entrar na sala. Você deve ser capaz de dizer que é a pessoa mais sortuda do mundo e sentir verdade em cada palavra.
Amar o seu parceiro deve ser algo fácil. Você deve se sentir confortável quando o(a) beijar. Você deve se sentir à vontade para conversar com ele(a) sobre qualquer assunto.
Você deve se sentir bem em compartilhar boas, mas notícias e até mesmo o silêncio com ele(a). Quando ele(a) estiver por perto, você deve sentir que está exatamente no lugar que deveria estar.