Um Recado Para Você!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Um Casamento forte como o Diamante

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    Você deve lembrar-se que, assim como na medicina, é melhor prevenir do que remediar: é melhor começar a fortalecer seu casamento desde o primeiro dia de casados e não esperar até ter problemas, ou sentir que seu casamento está desmoronando, para dedicar-lhe tempo e atenção. Lembre-se também que para ter um casamento forte é necessário:
  • Em nossos dias a vida é muito agitada; muitas coisas requerem nosso tempo. Há muito o que fazer e aprender, mas apesar de todas as atividades que demandam nossas energias e atenção, há uma coisa muito mais importante do que qualquer trabalho ou estudo, é fortalecer nossa família. Para cumprir essa meta, devemos nos lembrar que os pais são a chave para o sucesso da família.
  • Fazer um esforço contínuo

    A frase: "Roma não se fez em um dia" lhe soa familiar? Pois bem, uma família deve durar muito mais que uma vida, deve durar pela eternidade, então você deve colocar um grãozinho de areia a cada dia para que seus esforços sejam refletidos na convivência.
  • Ter paciência

    Nada que valha a pena será muito fácil de conseguir. Se ao tentar atos de bondade você não vir muitas mudanças, sugiro que espere com fé e insista nesses pequenos detalhes generosos. Seus esforços, a longo prazo, sempre serão recompensados no momento certo.
  • Agir com sabedoria

    Como disse em uma ocasião o doutor Joe J. Christensen: "Qualquer casal inteligente terá diferenças de opinião. Nossa missão é saber como resolvê-las. Isto faz parte de tornar um bom casamento ainda melhor".
    Toda semana tiramos uma noite para conversarmos sobre temas de família, e procurar conviver mais. Foi graças a essa hora familiar, onde pude conversar sobre este tema com meu marido, que vimos sete coisas que nos iriam ajudar a fortalecer nosso casamento. Compartilho esses sete pontos com vocês aqui:
  • Relembrar-se constantemente de nossos melhores momentos

    Inclusive aqueles momentos que aconteceram antes do casamento. Recordar os sentimentos que tivemos no passado faz com que de alguma forma nosso amor se renove.
  • Ser longânimo

    Ou seja, aprender a ver as coisas do ponto de vista de seu cônjuge, algo que se chama compaixão. Isto lhe ajudará a entender os sentimentos e a forma de agir de seu cônjuge. Ajudará a compreendê-lo, o que tornará mais fácil dar um conselho, chegar a acordos, ou inclusive resolver conflitos. Além disso, ele se sentirá valorizado e respeitado.
  • Aprender com seu cônjuge

    Todos temos pontos fortes, os quais pode-se aprender do cônjuge, mas isto não se refere somente a qualidades morais, espirituais ou de caráter, refere-se a todos os aspectos. Por exemplo, meu marido e eu estudamos informática, e por isso tivemos alguns desentendimentos ao falar sobre estes temas de sistemas e tecnologia, com o tempo aprendi que devo escutar e sempre tenho algo a aprender. Devo admitir que nesse aspecto meu marido tem sido muito paciente comigo.
  • Ter diferenças no casamento é normal

    Se você vê seus amigos, amigas, familiares o tempo todo felizes, não é porque o casamento deles seja perfeito, mas porque eles aprenderam a resolver suas diferenças. Há dias bons e dias ruins, o importante é saber dançar na chuva. Não desanime se seus desentendimentos são muito frequentes: se ambos se esforçarem, com o tempo as coisas irão melhorar: aceite que existem desentendimentos e aprenda a sobrepujá-los com amor.
  • Notar as qualidades positivas de seu cônjuge

    Naturalmente quando noivos, mostramos o nosso melhor lado. Depois, ao nos casar, vemos que talvez não fosse como pensávamos, mas isso acontece com todos. Certamente você também escondeu muitos pequenos defeitos. Ajude seu cônjuge a melhorar, mas não perca a paciência, e cada vez que quiser desistir, respire fundo e pense nos motivos pelos quais você se apaixonou. É um conselho que meu marido me deu: certamente ele deve usá-lo muito comigo.
  • Passar tempo juntos regularmente

    Use os momentos livres para se divertirem juntos, isso ajudará a terem mais momentos belos para relembrar. Seu amor crescerá de maneira excepcional, se dedicarem um tempo de lazer ao seu cônjuge. Brincar, rir, correr, se exercitar e fazer essas coisas juntos, com certeza irá fortalecer seu casamento.
  • Demonstrar amor

    Diga "te amo" diariamente, ou talvez escreva no espelho, em um bilhetinho dentro da carteira de seu cônjuge, esconda alguns doces, chocolates ou cartões na pasta do trabalho, prepare sua sobremesa favorita, cante para ele ou faça algo para fazê-lo sorrir, essas são algumas das coisas que eu faço para demonstrar carinho ao meu marido. Às vezes pensamos: "Meu cônjuge sabe que eu o amo". Pois bem, nunca é demais fazer alguma coisinha para relembrá-lo.
    O casamento é como uma flor, precisa de cuidado constante, paciência e muito amor. E você, que coisas tem feito para fortalecer seu casamento? Você pode compartilhar conosco algumas ideias, ou aplicar esses conselhos e nos contar como lhe ajudaram com seu cônjuge? Lembre-se que a força que existe em sua relação com seu cônjuge fará com que a família tenha sucesso e possa permanecer unida diante de qualquer adversidade.
    Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original Un matrimonio fuerte como el diamante, de Gabriela Zuñiga.

SE SEU CASAMENTO PASSOU POR ESSAS CINCO FASES ELE ESTA MAIS FIRME DO QUE NUNCA

  • Imagem relacionadaUm casamento sadio é aquele que faz com que ambos se aproximem em cada dificuldade, aprendam juntos e, ao final, estejam mais unidos do que antes.
    Quem é casado sabe que as dificuldades são muitas e constantes, mas todas elas possíveis de vencer e todas trazem junto de si algo para amadurecer a relação.
    Os anos de casado são recheados de fortes emoções, algumas delas quase acreditamos não termos condições de vencer, mas acreditando no amor que os uniu e aproximando-se do cônjuge (ao invés de afastá-lo) tudo se transforma em experiência e deixa o relacionamento ainda mais sólido.
  • 1. Dificuldade financeira

    Levante a mão quem nunca passou por uma fase destas. Mas algumas vezes essa fase vem realmente complicada. Desemprego e dificuldade de recolocação complicam ainda mais as finanças do casal. As contas continuam chegando e as necessidades da família aumentando.
    As finanças são uns dos principais fatores que atualmente os casais se divorciam, mas é possível vencer essa dificuldade juntos. Usar a criatividade, controlar melhor os gastos, usar de empatia podem ser ferramentas altamente eficazes.
  • 2. Estabelecer uma rotina

    Não é fácil para a maioria dos casais estabelecer uma rotina em que ambos se sintam à vontade e felizes. Muitas vezes um dos cônjuges pode se sentir sobrecarregado e sem expor esse sentimento ele vai se tornando cada vez maior. O melhor a fazer nestes casos é conversar tantas vezes quantas forem necessárias até que consigam estabelecer algo que seja interessante para o casal.
  • 3. Intimidades

    Cada um dos cônjuges pode ter sentimentos e desejos diferentes em relação às intimidades entre o casal. Enquanto um espera demais outro se contenta com menos. Esta pode ser uma dificuldade e tanto se não houver diálogo e ambos cederem um pouquinho. Entender o lado do outro e usar de empatia são as ferramentas necessárias para contornar essa situação.
  • 4. Interferência da família

    Os familiares algumas vezes anseiam por dar opinião e interferir no relacionamento do casal. Muitas vezes até não fazem por mal, mas com desejo de transferir a experiência que já tiveram. No entanto, isso pode ser motivo de desavenças entre os cônjuges. É preciso pensar que a prioridade de um é o outro e com bons modos fazer com que o restante da família entenda quais são os limites aceitáveis para eles.
  • 5. Imaturidade

    Só se aprende a viver juntos depois que ambos entram no casamento. São muitas coisas que passam a fazer parte do dia a dia de ambos. Os costumes do outro, as novas responsabilidades, os filhos que chegam ao longo da jornada, espera-se que aos poucos o casal aprenda a dar as devidas proporções para cada barreira enfrentada, que amadureçam juntos e aprendam que não vale a pena se indispor por qualquer motivo e que essas pequenas desavenças, aos poucos, conseguem destruir um relacionamento. A maturidade do relacionamento vai chegando aos poucos e deixando o casamento muito mais interessante, além do casal se tornar realmente companheiros.
    Acredite, todo casamento tem suas pedras de tropeço, é preciso vencê-las de mãos dadas para torná-los gigantes perante as novas barreiras que estarão por vir.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ESPOSAS EM ANGÚSTIA

Resultado de imagem para alma tristeAssim como nos dias de Pedro, hoje, muitas mulheres cristãs são casadas com maridos descrentes. Muitas dessas mulheres se converteram depois de já estarem casadas. Infelizmente, há pessoas que incentivam o divórcio nestes casos. O fato de a mulher servir ao Senhor Jesus pode gerar alguns conflitos dentro do lar. A mulher cristã não poderá mais participar dos atos pecaminosos do marido, como mentiras ou imoralidades. O que fazer então? Quais são as recomendações bíblicas para as mulheres cristãs casadas com descrentes?
I. Mulheres crentes casadas com descrentes
A. A mulher na antiguidade
No primeiro século, a situação da mulher em geral era bem diferente da posição que ela desfruta nas modernas sociedades ocidentais. Ela não tinha alguns direitos básicos, não possuía existência independente do seu marido; não podia tomar decisões próprias; vivia debaixo dos caprichos do pai, quando era solteira, e, depois, dos caprichos do marido, quando se casava. Pai e marido tinham direito de vida e morte sobre a mulher. O marido podia abandonar (divorciar-se) sua mulher a qualquer momento e por qualquer motivo. Se uma mulher não cozinhasse bem, por exemplo, poderia ser mandada embora de casa. A educação das mulheres se limitava às prendas domésticas: lavar, costurar, cozinhar e cuidar dos filhos. Casar-se era uma necessidade para sobreviver. Quando maltratadas, não recebiam quase nenhum apoio. As mulheres eram consideradas, praticamente, como objetos do marido.
Catão, famoso político romano daquela época, disse o seguinte: “quem apanhar a sua mulher cometendo adultério pode matá-la que nada lhe acontecerá”. Ele deu carta branca para os romanos assassinarem as suas mulheres se elas fossem infiéis aos seus maridos. Mas se o homem fosse infiel, nada era feito. Era nesse tipo de ambiente que viviam as mulheres cristãs quando Pedro escreveu sua primeira carta.
B. As esposas cristãs
O que representava para uma mulher casada se tornar cristã, no contexto descrito? A sua situação poderia se tornar extremamente complicada. As religiões dos gregos e romanos daquela época eram essencialmente idólatras e pagãs. Havia o culto ao imperador, as religiões de mistério e a religião tradicional dos gregos. O paganismo e a idolatria em geral eram a religião de todos eles. Quando uma mulher cria em Jesus Cristo e se tornar cristã, isso implicava abandonar a religião do marido, o que representava uma afronta à autoridade dele. Ela não podia fazer isso sem a permissão dele. As mulheres tinham de seguir a religião do marido. Uma mulher casada que desejasse se tornar cristã tinha que saber que estava correndo o risco de ser espancada pelo marido, ser expulsa de casa, ou até mesmo ser morta por ele. Sem cair na generalização, casos deste tipo eram muito frequentes naquela época.
Apesar de todo o possível sofrimento que pudessem enfrentar e do risco de morte, é fato que milhares de mulheres daquela época se tornaram cristãs. A situação delas era muito delicada, especialmente quando o marido não aprovava a mudança de religião ou não queria acompanhá-las na nova fé. Considerando essa delicada situação, talvez seja por isso que o apóstolo Pedro deu seis vezes mais espaço para falar às mulheres em nosso texto básico do que aos homens. Aos homens eles dedica somente um versículo (1Pe 3.7), mas para as mulheres dedica seis (1Pe 3.1-6).
II. O que as mulheres cristãs não deveriam fazer
A. Não deveriam se divorciar
Pedro não diz que aquelas mulheres deviam se separar de seus maridos. É importante salientar isso. Mas sempre existiram correntes dentro do cristianismo defendendo que mulheres cristãs casadas com maridos descrentes deveriam se separar para melhor servir a Deus, para se dedicar integralmente a Jesus Cristo e à sua igreja. O marido descrente é visto como um empecilho, um obstáculo à fé da esposa. Contudo, o casamento jamais pode ser dissolvido em nome de uma maior dedicação a Deus ou em nome de uma espiritualidade.
Aparentemente, desde cedo, na história da igreja, mulheres cristãs tiveram questões de consciência relacionadas à permanência ao lado de um marido descrente. O apóstolo Paulo tratou de um problema assim. Algumas mulheres da igreja de Corinto desejavam saber se podiam abandonar os maridos descrentes para se dedicar mais ao Senhor (cf. 1Co 7.12-16). Podemos entender que essa era uma questão aguda e generalizada nas igrejas. As respostas de Paulo e de Pedro são semelhantes em muitos aspectos. Para os dois apóstolos, a conversão de um cônjuge a Cristo não é motivo para dissolver o casamento. A parte crente deveria permanecer fiel, firme e se conduzir de tal modo a levar o cônjuge à fé no Senhor Jesus.
Na perspectiva bíblica, o casamento é uma ordenança de Deus para a humanidade em geral. Quando Deus criou o homem e a mulher e determinou que eles vivessem juntos, o pecado ainda não havia entrado no mundo. O fato de que alguns se tornaram cristãos depois de casados não quer dizer que podem acabar com o casamento, como se a vocação cristã fosse maior que a ordenança matrimonial. Pelo contrário, é o cristianismo que vai nos dar força e graça para tornar o casamento melhor. Para a esposa cristã, o divórcio não é o caminho de Deus, mesmo que o seja para a sociedade em geral.
B. Não deveriam se revoltar
Note que no texto básico Pedro não diz para aquelas mulheres: “abandonem os seus maridos, vivam o evangelho, sejam felizes e comecem uma vida nova”. Não! Ele também não aconselha as mulheres a se revoltarem contra seus maridos. E o que é ainda mais interessante, Pedro nem mesmo diz àquelas mulheres para que tentem converter o marido ao cristianismo por força de palavras e discussão. É verdade que todas as mulheres crentes gostariam de ver seus maridos convertidos ao evangelho. Infelizmente, o que acontece, às vezes, é que as mulheres tentam converter o marido sem ter sabedoria quanto ao método, ao tempo e ao modo de fazê-lo. Inconscientemente, querem converter o marido não cristão a qualquer custo.
III. O que as mulheres cristãs deveriam fazer
Pedro apresenta outro caminho para que as esposas ganhem os maridos descrentes. Vejamos, portanto, as instruções de Pedro quanto ao comportamento das esposas cristãs.
A. Sujeitar-se ao seu marido
“Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido” (3.1). Conforme vimos em outra lição, “sujeitar-se” significa “colocar-se debaixo da autoridade de alguém”. Pedro está refletindo aqui o ensino bíblico de que Deus estabeleceu o universo seguindo uma determinada estrutura na família, na igreja e na sociedade, e que tais estruturas devem ser obedecidas. Ao homem cabe a função de liderar, orientar, proteger e se responsabilizar por sua família. À mulher cabe a função de ajudar o seu marido no desempenho de seu papel, seguir sua orientação e cooperar com ele na estrutura da família e na criação dos filhos.
Quando o casamento vai bem, marido e mulher trabalham juntos, há harmonia, consenso, e as decisões são tomadas em conjunto. No entanto, há situações em que alguém tem de tomar uma decisão. O papel que Deus deu ao marido foi de, nesses casos, assumir a liderança e a responsabilidade pela família. O ponto de Pedro é que as esposas devem se sujeitar a seus maridos, mesmo que eles sejam descrentes. É preciso ressaltar, como já vimos na lição anterior, que a submissão aqui referida por Pedro não significa que a mulher cristã deve fazer tudo o que o seu marido deseja. Em última análise, a mulher cristã obedece a Cristo. Portanto, o que Pedro está ensinando é que as mulheres casadas com maridos descrentes deveriam se despojar voluntariamente do seu eu, fazer morrer o seu orgulho e servir com alegria ao seu marido, por amor a Jesus Cristo.
B. Ter uma conduta honesta e respeitosa
 “… seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor” (3.1b-2). Com as palavras “honesta” e “respeitosa”, o apóstolo resume o padrão de conduta que as mulheres cristãs casadas deveriam ter. Desde o início da carta, Pedro está ensinando sobre como viver em meio a uma sociedade hostil com os cristãos (cf. 1Pe 1.15; 2.12; 3.11,16). Da mesma maneira, as mulheres cristãs casadas com incrédulos deveriam se conduzir com prudência, cuidado e sabedoria. Um comportamento honesto significa uma conduta moral irrepreensível. Uma esposa honesta é moralmente pura. Ela é fiel ao seu marido em todos os sentidos. Ao mesmo tempo, a esposa cristã dever ser “respeitosa”, isto é, ter um comportamento cheio de temor em relação ao marido. Isso, é claro, não significa viver com medo do marido, mas tratá-lo com consideração e respeito. Esposas cristãs podem discordar de seu marido, ter opiniões diferentes, mas sempre com atitude de respeito e dignidade. Eis aqui um grande testemunho.
C. Exibir a verdadeira beleza feminina
“Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração” (3.3-4a). Elas não deveriam procurar ficar bonitas somente na aparência, usando enfeites, penteados exagerados, joias e vestidos caros. Ao contrário, deveriam cultivar a verdadeira beleza, que estava no coração. É importante ressaltar que Pedro não está proibindo as esposas cristãs de cuidar de sua aparência. Ele está dizendo que elas não deveriam ficar bonitas somente ou exclusivamente na aparência exterior, mas dar atenção especial e principalmente à beleza interior. Certa vez, Jesus acusou os fariseus por sua preocupação quanto ao exterior e a negligência quanto ao interior (Mt 23.25-26; cf. Ef 3.16).
D. Ter um espírito manso e tranquilo
… unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (3.4b). Um grande testemunho que uma esposa cristã pode dar ao seu marido descrente é ser mansa e tranquila no lidar. Qual é o marido que não fica impactado com esse tipo de conduta?
Na sequência do texto, Pedro ilustra esse ponto citando o exemplo de Sara, esposa de Abraão: “Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas ao seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.” (3.5-6). Pedro exorta as esposas cristãs a se tornarem “filhas de Sara”, praticando o bem e não temendo mal algum. Os exemplos de mulheres piedosas da Bíblia servem de padrão para as mulheres cristãs de hoje.
Conclusão
As mulheres cristãs sofriam muito na antiguidade, especialmente aquelas que criam e confessavam Jesus Cristo. Foi por essa razão que Pedro escreveu o capítulo 3 de sua carta. As orientações de Pedro são para que as mulheres cristãs, casadas com maridos incrédulos, não se divorciem nem se revoltem contra. O apóstolo as exorta a se sujeitar aos seus maridos, ser honestas e respeitosas, exibir a verdadeira beleza feminina, que é interior, do coração, e demonstrar um espírito manso e tranquilo dentro do lar.
Aplicação
As instruções dadas por Pedro servem para todas as mulheres, mais especialmente àquelas que são casadas com maridos descrentes. Busque força e graça em Jesus para conviver bem e feliz com seu marido incrédulo. Que atitudes uma mulher nessa situação poderia tomar no dia a dia, para influenciar positivamente o marido? Você conhece alguma esposa cristã nessa situação? Como a aconselharia?
>> Estudo publicado originalmente pela Editora Cultura Cristã, na série Nossa Fé -– A Bíblia e a Sua Família. Usado com permissão.

Como manter um Casamento Saudável

  • Imagem relacionadaCuidar como uma planta

    O casamento é como uma planta que precisa a cada tanto de um adubo, ser regada, ser podada na época correta; ou seja, necessita de carinho e cuidados constantes. É importante para o casal a manutenção de rotinas saudáveis como o lazer, mas o diálogo e uma conversa franca devem ser o ponto chave do relacionamento.
  • Programar o lazer a dois

    Programar viagens, saídas para jantar em algum restaurante novo ou bem cotado para os amantes da boa gastronomia, ir ao cinema ou ao teatro e até combinar alguma saída com algum casal amigo são hábitos que fazem muito bem ao espírito, a alma e aos dois. A frequência para essas atividades fica a consenso dos dois, em função de seus compromissos e disponibilidades, mas devem ser agendados mensalmente como qualquer outro compromisso profissional ou pessoal.
  • Diálogo franco

    O diálogo franco a dois amadurece a ambos e ao próprio relacionamento. Todos nós temos dois lados, um lado luz e um lado sombra. Eu sugiro um exercício simples para ser feito a dois. Cada um divide uma folha de papel em duas colunas, uma com o lado luz e outra com o lado sombra, e escreve no lado luz tudo que admira no seu companheiro e no lado sombra aquelas coisas que podem gerar problemas ou que incomodam. Feito isso, cada um lê para o outro primeiro o lado luz, entrando em detalhes de como estas qualidades são importantes para os dois e depois cada um lê o lado sombra do outro. Neste momento é importante que os dois encontrem uma solução para que este lado sombra seja trabalhado e não se torne ou que deixe de ser um problema. E assim decidem com que frequência vão avaliar como cada um vai trabalhando o que ficou combinado,em busca de uma melhoria contínua.
  • Manter a individualidade

    Um relacionamento saudável deve também ser mantido com a individualidade de cada um. Temos necessidade de fazer determinadas atividades sozinhos, ou melhor, sem a companhia do cônjuge. Por exemplo: Uma saída semanal com os amigos, ou amigas, afinal nem sempre programas de homens são agradáveis para mulheres e vice-versa. Ir a um jogo de futebol com amigos, ir ver um filme romântico com final bem previsível com as amigas, ir tomar um chá com as amigas ou combinar com os amigos aquela saída esportiva para uma corrida, um pedal, um jogo de golfe e assim por diante.
  • Manter a chama acesa

    É claro que não podemos esquecer de nutrir uma boa relação sexual, que também é muito importante para manter a chama sempre acesa. Buscar novas formas de afeto, lugares diferentes, algo que os dois estejam de acordo. Tudo isso é divertido, significa pensar no outro com carinho, querer estar bem juntos. São poucos minutos por dia: um "Bom dia" com um bilhetinho, mandar uma mensagem carinhosa no meio da tarde, comprar flores, chocolates; enfim, surpreender o outro, pensar no outro! E ser feliz!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Essas Frases são Perigosas!

  • Resultado de imagem para discurção entre esposo e esposaRelacionamentos podem ser extremamente difíceis, e o pior, é que quando nos damos conta de que há algo errado, às vezes, é tarde demais. A convivência e o fato de que você e seu cônjuge são os únicos protagonistas de seu relacionamento, faz com que vocês não possam ver as coisas de fora, e enquanto seu mundo começa a se desmoronar, você não consegue vê-lo até que já não seja mais possível voltar ao ponto onde eram felizes.
    As mudanças não acontecem de um dia para o outro. As mudanças são o resultado de uma série de decisões, ações e formas de tratar a outra pessoa. Essas mudanças levam tempo, e detectá-las o antes possível, pode salvar seu casamento.
    O uso das seguintes frases é um sinal de que o seu parceiro está com problemas (mesmo que você não tenha percebido). Nenhum desses comportamentos significa que seu casamento não está mais funcionando. Enquanto houver amor entre os dois e vontade de consertar as coisas, há esperança.
  • 1. "Você é exagerada"

    Essa frase inofensiva, em outro tipo de contexto, pode ser o sinal de que ele perdeu a empatia que sentia por você. Se quando você expressa que está cansada, ou que seu dia foi muito longo, ou que você está sobrecarregada, a reação dele é dizer que você está "exagerando", está na hora de se sentarem para conversar sobre isso. Valorizar o que cada um faz pelo outro ou pela família são elementos indispensáveis para conviver em harmonia.
  • 2. "Já não me interessa"

    De acordo com Christian Denmon, um advogado especializado em divórcio, quando seu marido diz que algo sobre você "já não o interessa", é um dos primeiros sinais de que seu relacionamento está caminhando em direção ao divórcio. Você deve ser a pessoa mais importante na vida de seu marido e vice-versa. Se algo em você já não o interessa, mesmo que a frase seja usada em uma discussão que vocês estejam tendo, você deve prestar atenção.
  • 3. "Se você tivesse feito o que eu disse, agora não precisaria estar gritando"

    Seu marido nunca deve levantar a voz para você, muito menos por que você não "fez algo que ele disse para você fazer". Gritar com alguém é um sinônimo de ter perdido o respeito, e é uma linha que você e seu marido nunca devem cruzar. O respeito mútuo é um ingrediente chave em qualquer tipo de relacionamento. Os gritos, a menos que seja porque de outra forma a pessoa não conseguiria fisicamente ouvir o que você está dizendo, nunca podem ser justificados.
  • 4. "Não quero falar sobre nada"

    A comunicação e o tipo de afeição física entre duas pessoas que estão cansadas são os dois fatores que nos diferenciam das demais espécies. Somos seres racionais que pensamos e na sequência agimos. Usamos a comunicação para expressar o que queremos. Quando seu marido se fecha ao diálogo e prefere não falar sobre o que o aflige, ele não dá lugar para que o relacionamento cresça, nem para que o problema seja solucionado. É importante encontrar o momento certo e, com mansidão e paciência, criar um ambiente propício para o diálogo.
  • 5. "Não preciso dizer-lhe onde eu estava"

    Você não deve ser o carcereiro de seu marido, nem ele o seu, mas este tipo de expressão implica a existência de segredos, ou a falta de respeito com o outro. Embora nos casemos, todos continuamos a existir como um indivíduo e, portanto, precisamos respirar livremente, mas dizer a sua esposa onde você estava não é perder a liberdade. Neste tipo de situação é importante que você converse com seu marido e repassem novamente porque é importante que ambos possam continuar confiando um no outro.
  • 6. "Queria nunca ter te conhecido"

    Essa é provavelmente a pior frase que alguém pode ouvir. Ser a "culpada" de tudo o que tem acontecido de errado com alguém desde o dia em que se conheceram é uma carga que ninguém gosta de carregar. Embora essa frase possa ser usada com frequência na hora de uma discussão na qual alguém possa sentir-se ofuscado, não é bom que seu marido nem ninguém a use sem medir sua consequência. A maioria das pessoas que usa esta frase não o faz porque realmente acha que você é a culpada por tudo de ruim que aconteceu desde que se conheceram; elas a usam para machucar e por isso é preciso conversar e pôr um basta nisso.
    O mais importante em um relacionamento conjugal é estabelecer a regra de que, aconteça o que acontecer, o respeito sempre fará parte de seu relacionamento. O respeito por seu parceiro e o respeito a si mesmo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Carência Efetiva

Resultado de imagem para carencia afetiva "Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quando despertar ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança." (Sl. 17:15)
A mulher carente não consegue reconhecer o seu próprio valor sem receber do outro o devido elogio, atenção demasiada e frequentes declarações de amor, sejam em palavras e/ou atitudes.

Geralmente mulheres dependentes não andam se não tiverem o companheiro do lado, não tomam atitudes e nem se posicionam se não tiverem apoio. Sua principal característica é a insegurança - que a impede de decidir sobre vários aspectos da vida.

O medo da perda e a excessiva necessidade de um retorno do que os homens (marido, namorado), possam lhe oferecer, trazem uma tormenta sobre a autoestima e consequências sérias no dia a dia, nos relacionamentos.

Filhos, amigos, chefes, pastores... pessoas em seu círculo de convívio acabam percebendo essa co-dependência da mulher carente e por mais que tentem ajudar, ela sempre está com a sensação de que ninguém a ama de verdade.

Os fantasmas começam a surgir quando o comportamento começa a ameaçar o casamento e as outras relações com perguntas do tipo: "você me ama?", "Porque você está diferente hoje?". "Porque você não está me dando atenção?"...

O efeito rebote  

Todos nós temos a expectativa de receber amor de alguém. No casamento, são felizes aqueles que se casam com a finalidade de fazer o outro feliz. E isso só consegue quem já exala felicidade. Quando somos cheias do Espírito Santo, através dos frutos do Espírito, temos atitudes louváveis onde teremos condições de despertar a satisfação do convívio na vida de alguém. Não é por obrigação e sim, por afinidade e apreço.

Todavia, mulheres dependentes e depressivas perdem a sua identidade, esmagam a relação cortando a liberdade de ambos, tem excesso de cobranças, agem de maneira imatura, choram por motivos insignificantes, fazem tempestades em um copo d´água, não são resilientes, não sabem lidar com perdas e frustrações e acabam sendo um peso na vida de quem se relaciona com ela.

Esse comportamento acaba gerando o afastamento dos entes queridos e muitas das vezes, separações, não por falta de amor, mas porque o companheiro não suportou mais o efeito auto-destrutivo da relação.


Quando a mulher carente afeta os filhos


Existem mulheres que, ao externarem a sua carência, acabam afetando o psicológico dos filhos promovendo um abuso emocional ao exigir que supram uma necessidade interna dela, que nem eles mesmo tem condições de preencher. Filhos precisam de pais que façam o seu papel na vida deles. Exigir que eles demonstrem um carinho que não receberam, por causa de uma relação de "mão única", vai desenvolver neles também a tristeza de se sentir incapazes de doar algo que eles não tem (amor).

A cura dessa co-dependência requer uma confissão a Deus de que alguém ou algo foi colocado no lugar do Senhor no coração. Existe um lugar dentro da nossa alma que anseia pelo nosso Criador.

"Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez. (Eclesiastes" 3:11)
 Entender e reconhecer que o vazio que o ser humano tem só é preenchido com a presença de Deus é o primeiro passo para se libertar da carência afetiva.

Ter a iniciativa de retomar os seus projetos de vida, construir a sua história, seu ministério e caminhar rumo ao caminho determinado pelo Senhor para a sua vida é necessário para que comece a fluir uma sensação de satisfação interna e amor próprio. E a partir daí, a felicidade no dia a dia, em casa, no trabalho, na igreja, irá aflorar e essa mulher será bênção na vida dos que a rodeiam!

Ore ao Senhor para que Ele preencha o seu interior completamente, libertando-a da prisão da carência e baixa autoestima. Só assim, poderá não só beber da água que verdadeiramente sacia a sede, como também, será uma fonte, um rio de águas vivas!
Você é mais que vencedora, amada e escolhida por Deus. Creia!

http://www.projetomulheresvirtuosas.com.br/2016/09/carencia-afetiva-saiba-o-porque-voce.html